quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Salmos 80

 

 

 Tu, que és pastor de Israel, dá ouvidos; tu, que guias a José como a um rebanho; tu, que te assentas entre os querubins, resplandece.



Perante Efraim, Benjamim e Manassés, desperta o teu poder, e vem salvar-nos.
Faze-nos voltar, ó Deus, e faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
O SENHOR Deus dos Exércitos, até quando te indignarás contra a oração do teu povo?
Tu os sustentas com pão de lágrimas, e lhes dás a beber lágrimas com abundância.
Tu nos pões em contendas com os nossos vizinhos, e os nossos inimigos zombam de nós entre si.
Faze-nos voltar, ó Deus dos Exércitos, e faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
Trouxeste uma vinha do Egito; lançaste fora os gentios, e a plantaste.
Preparaste-lhe lugar, e fizeste com que ela deitasse raízes, e encheu a terra.
Os montes foram cobertos da sua sombra, e os seus ramos se fizeram como os formosos cedros.
Ela estendeu a sua ramagem até ao mar, e os seus ramos até ao rio.
Por que quebraste então os seus valados, de modo que todos os que passam por ela a vindimam?
O javali da selva a devasta, e as feras do campo a devoram.
Oh! Deus dos Exércitos, volta-te, nós te rogamos, atende dos céus, e vê, e visita esta vide;
E a videira que a tua destra plantou, e o sarmento que fortificaste para ti.
Está queimada pelo fogo, está cortada; pereceu pela repreensão da tua face.
Seja a tua mão sobre o homem da tua destra, sobre o filho do homem, que fortificaste para ti.
Assim nós não te viraremos as costas; guarda-nos em vida, e invocaremos o teu nome.
Faze-nos voltar, SENHOR Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

***Pastor Ricardo Gondim reclama da transformação do evangelho em negócio**

Polêmico Pastor Ricardo Gondim anuncia que não faz mais parte do “Movimento Evangélico”: “Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade”
O pastor Ricardo Gondim, da Igreja Betesda, anunciou em seu site, através de um artigo, que está rompendo com o Movimento Evangélico. Narrando suas experiências religiosas desde adolescência, quando abandonou o catolicismo inquieto pelo que chamou de “dogmas” da igreja romana, o pastor falou sobre o que o fez romper com a Igreja Presbiteriana e com a Assembleia de Deus, exemplificando cada caso.
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Agora, se dizendo sem saber para onde ir, afirma que está querendo “apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos” e que não abandonará sua vocação de pastor e continuará servindo na Betesda.
Os motivos listados por Gondim em seu artigo reclamam da transformação do evangelho em negócio, e se diz “incapaz de tolerar” a transformação da fé em negócio. “Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia”, acusa o pastor.
A falta de afinidade com os grandes líderes evangélicos nacionais também é colocada como uma questão de peso e decisiva para o rompimento: “Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis”, afirma o pastor, sem citar nomes.
Em mais uma crítica direta à teologia da prosperidade, que tem sido priorizada em diversas denominações, o pastor Gondim afirma que a igreja se tornou inútil ao pregar essa mensagem: “No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus”.
Um texto publicado pelo jornalista Paulo Lopes, atribuído a José Geraldo Gouvêa, ateu declarado, afirma que “Gondim não tem para onde ir, a não ser os braços do ateísmo”. O autor do texto afirma se identificar com o pastor, “uma espécie de Leonardo Boff evangélico”, fazendo menção ao ex-frei e crítico ferrenho da Igreja Católica.
Confira abaixo a íntegra do artigo “Tempo de Partir”, do pastor Ricardo Gondim:
Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me acuda.
Minha peregrinação cristã está, há muito, marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um problema!”.
Depois de ler a Bíblia, decidi sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter padres e freiras na árvore genealógica – e nenhum “crente”. Aportei na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza. Meus únicos amigos crentes vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui calvinista. Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.
Em determinada noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão, excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de ser presbiteriano.
De novo estava no exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a Assembleia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembleia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo, precisei romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me acompanhou.
Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.
Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos que me inspirem a alma.
Então por que uma ruptura radical? Meus movimentos visam preservar a minha alma da intolerância. Saio para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de meus paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a mensagem que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece como Movimento Evangélico.
1. Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.
2. Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em “cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra satânica, apoiada pela indústria do petróleo.
3. No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus.
4. Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçadora. Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar com as ciências sociais. Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar (curtir) uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.
Não, não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.
Soli Deo Gloria
Fonte: Gospel+

ASSIM COMO O PASTOR  MUITOS   CRISTÃOS PASSAM PELO MESMO DILEMA;ESTAMOS VIVENDO MOMENTOS DE REFLEXÃO  E CONFUSÃO
O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O CRISTIANISMO? ESTAMOS CAMINHANDO PARA DIREÇÃO CERTA?O QUE É MAIS IMPORTANTE TER OU OBEDECER?  ISSO É O QUE DEUS QUER?
A REALIDADE É QUE SER CRISTÃO É NADAR CONTRA CORRENTE ,É IR EM DIREÇÃO CONTRÁRIA ,É MUITAS VEZES MATAR A NOSSA PRÓPRIA VONTADE ...
ENQUANTO PUDERMOS QUESTIONAR TEREMOS A CERTEZA QUE PODEMOS  DECIDIR ENTRE O CERTO E O ERRADO,ENTRE O SIM E O NÃO ...

***indianas são transformadas pelo poder do evangelho***

A mensagem do Evangelho está acabando com “Templo da Prostituição” na Índia
Existe na Índia uma prática conhecida como devadasi, que é um templo para prostituição, em que mulheres são dedicadas à deusa Yellamma e obrigadas e se prostituírem. A prática consiste na exploração de mulheres e tem servido de último recurso para os pais desesperados por uma benção dos deuses.
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Porém a mensagem do Evangelho está destruindo essa prática no país. Ao terem contato com a mensagem transmitida pelo cristianismo, essas mulheres têm transformado suas vidas e se tornado grandes testemunhas de Cristo.
De acordo com a publicação cristã Charisma, o Evangelho está ganhando muita força e se difundindo rapidamente entre as servas dessa trágica prática.
De acordo com a Junta de Missões Mundiais a devadasi é uma prática que oficialmente foi banida do país há 30 anos, mas que mesmo assim permanece. Até hoje muitas mulheres são consideradas casadas com a deusa e forçadas a viver como prostitutas ao atingirem a maturidade. Sendo, inclusive, proibidas de se casar com um homem depois disso.
Em face a essa situação muitos cristãos estão trabalhando para levar a mensagem do Evangelho a essas mulheres.
Fonte: Gospel+

***Comercial de Red Bull causa polêmica por ironizar milagre de Jesus***

Comercial de Red Bull causa polêmica por ironizar milagre de Jesus, colocando-o como um mero truque
  A nova propaganda  do energético RED Bull está causando polêmica entre cristãos de todo o Brasil. O comercial desacredita o milagre de Jesus em andar sobre as aguas ao coloca-lo falando aos discípulos, quando perguntado sobre o milagre: “Qual é, milagre nada, você só tem que ficar esperto onde tem pedra”.
O vídeo, de cerca de 30 segundos, foi feito como um desenho animado e mostra Jesus no barco com dois discípulos que, aparentemente, estão pescando quando ele se mostra entediado e se levanta falando que vai para casa, e sai andando sobre as águas. Pedro questiona como ele consegue fazer aquilo e o outro discípulo fala que ele tinha tomado Red Bull. Porém Jesus responde falando que apenas estava andando onde tinha pedras.
A peça publicitária incomodou diversos evangélicos, que estão fazendo campanha para tirá-la do ar.
“Negar os milagres de Jesus ridicularizando-o é uma afronta à comunidade cristã e um desafio ao próprio Deus”, declarou, sobre o comercial, o pastor Rogério Silva, da Assembleia de Deus Ministério New Life, em Campinas, ao blog Sandoval O Protestante.
Um texto no blog Assem-Bereia de Deus criticando o comercial afirma que apesar de o vídeo ridicularizar a imagem de Jesus os evangélicos não se mobilizam para ir aos tribunais protestar contra. Pedindo aos responsáveis pelo comercial para reverem suas atitudes. O autor do blog ressalta que “além de cristãos, somos cidadãos e exigimos respeito, assim como eles também querem”. “Nossa fé não é abalada por causa de comerciais inúteis como este, e nossa fé é intocável”, afirmou o blogueiro.
Veja o comercial:

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

***Boxeador multi campeão ouve a voz de Deus durante sonho e resolve mudar de vida***

Boxeador multi campeão ouve a voz de Deus durante sonho e resolve mudar de vida
Após um sonho em que afirma ter ouvido a voz de Deus, o boxeador filipino Manny Pacquiao, campeão mundial por dez vezes em oito categorias diferentes, afirmou que se sentiu nocauteado e resolveu se converter.
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Manny relata que o sonho foi bastante objetivo: “Eu estava em uma bela floresta, quando uma luz resplandecente me iluminou e ouvi uma voz que dizia estas palavras ‘Filho, porque estas longe de mim?’ e acordei em lágrimas”, afirmou o boxeador em entrevista ao jornal Religion em Libertad.
Convencido de que levava uma vida desregrada e que precisava urgentemente mudar de vida, Manny se apressou em buscar uma nova vida: “No passado Deus havia falado com o seu povo através de sonhos. Então, fiquei convencido que realmente havia chegado o tempo de mudar de vida. Eu não mudei apenas porque eu quis, mas porque Deus me amava. Ser cristão significa reconhecer Deus como seu SALVADOR. Sem Cristo, não haveria nada”.
O sonho, em Novembro de 2010, ocorreu após uma luta contra o mexicano Juan Manuel Márquez. Manny ressaltou em entrevista à ABS-CBN News que hoje ele sabe que se morresse antes de se converter, não teria salvação: “Se eu tivesse morrido no ano passado ou ha dois anos e tenho certeza de que acabaria no inferno”.
Agora, Manny Pacquiao se prepara para a próxima luta, contra Floyd Mayweather. A data da luta ainda não está certa (poderá ser Maio ou Junho), mas desde já, o boxeador convertido afirma que está orando pelo seu oponente, que em 2011 foi condenado a 87 dias de prisão depois de ser acusado de tentar estuprar sua ex-namorada: “Eu tenho orado para que Floyd possa superar os obstáculos da vida neste momento. Eu gostaria de partilhar com ele algumas palavras de Deus”, afirmou Manny.
Fonte: Gospel+

***Funkeiro MC Marcinho afirma Tenho deixado Deus agir na minha vida***

Funkeiro MC Marcinho afirma que sonha ser pastor e que pretende abandonar carreira no funk: “Tenho deixado Deus agir na minha vida”
Em entrevista concedida à apresentadora Regina Casé, o funkeiro MC Marcinho afirmou que pretende abandonar sua carreira de mais de 18 anos no funk e tornar-se pastor.
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Marcinho disse que trata-se de um objetivo: “Esse lance de virar pastor é um sonho que eu tenho. Eu sonho em um dia ser. Mas pra isso é uma estrada muito grande para você poder percorrer”.
Durante a entrevista, Marcinho afirma que tem o desejo, porém sabe que suas atividades como MC não permitem que ele inicie a busca pelo pastorado agora: “Se eu fosse um cara que fosse só chegar, sentar na igreja, ver o culto e for embora, beleza… Mas pra mim que almejo o ministério, almejo crescer dentro daquele ministério, dentro da igreja, então já começa a colidir”.
Afirmando que em busca desse sonho pretende abandonar sua carreira no funk, Marcinho afirma que sofre pressões, de ambos os lados, porém tem pedido a direção de Deus: “Esse lance de largar o funk é uma coisa que eu tenho deixado, tenho falado muito com Deus para que Deus possa me mostrar se é isso mesmo que eu tenho que fazer, no momento certo. Eu vou largar na hora em que Deus achar que eu tenho que largar o funk”, pontuou Marcinho.
Essa decisão, explica, será tomada na hora que Deus disser que deve ser tomada: “Eu tenho deixado para Deus agir na minha vida, acho que só Ele sabe o que é melhor pra mim. Foi Ele que abriu uma porta lá atrás, do funk, pra mim, e só ele mesmo vai poder fechar”, finalizou, lembrando que tudo o que conquistou pessoalmente, foi através do funk.
Fonte: Gospel+

***XUXA É TOCADA PELA CANÇÃO RESSUSCITA-ME ***



 
XUXA SE EMOCIONA COM A MUSICA RESSUSCITA-ME CANTADA POR ALINE BARROS
ELA NÃO ESCONDEU A EMOÇÃO E CHOROU!!

 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



NÃO PRECISAMOS SAIR DO NOSSO LUGAR PARA FAZER MISSÕES,PODEMOS COMEÇAR COM OS NOSSOS VIZINHOS E AMIGOS...
NÃO PRECISAMOS ESPERAR QUE OUTROS FAÇAM  AQUILO QUE O SENHOR NOS DESIGNOU....
FALAR DO AMOR DE DEUS E NÃO SE CALAR É NOSSA OBRIGAÇÃO COMO SERVOS DE DEUS.
MISSÕES É PARA QUEM AMA A DEUS E QUER FAZER A DIFERENÇA!

***SILÊNCIO***





No silêncio Deus nos fala
tremendamente e nos ensina a
aquietar nossos corações, nos
mostra tudo novo e
nos coloca em lugar seguro.
É NO SILÊNCIO QUE APRENDEMOS
  ACREDITAR QUE O IMPOSSÍVEL
PODE ACONTECER !
SE DEUS ESTÁ SILENCIOSO
 HOJE...
TENHA CERTEZA QUE ELE
 ESTÁ TRABALHANDO
AO SEU
 FAVOR
.
 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

***pastora Sarah Sheeva ***

 A pastora Sarah Sheeva é um dos assuntos mais comentados nas últimas semanas. Depois de sua entrevista com a apresentadora Marília Gabriela, dezenas de frases suas foram replicadas em exaustão em redes sociais como Facebook e Twitter.Sarah Sheeva dá entrevista para Marília Gabriela e afirma sobre seu ministério: “Esse congresso eu faço pra crente e não pra gente incrédula”
“Sarah resolveu mudar a vida de forma radical, deixou o SNZ para virar missionária e pastora… Hoje ela viaja o Brasil ensinando castidade e contenção sexual para mulheres que, digamos, se atiçam muito”. Com essas palavras a apresentadora Marília Gabriela apresentou Sarah Sheeva como entrevistada em seu último programa, a apresentadora ressaltou ainda que a pastora tem dois livros lançados e “virou cantora gospel”.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica GospelFalando de relacionamentos, sexo e castidade, usando termos como “princesas” e “cachorras”, a filha de Baby do Brasil é, atualmente, um grande sucesso .
Em outra entrevista, dessa vez feita por Adriane Galisteu, no programa ‘Muito +’, da Band, Sheeva disse que deseja voltar à ativa com o SNZ, grupo musical que era composto por ela e por suas duas irmãs, Nãna Shara (hoje também evangélica) e Zabelê. Segundo a pastora sua ideia seria ressuscitar o grupo com uma roupagem gospel, voltada para o público evangélico.
De acordo com o Jornal do Brasil Sarah Sheeva respondeu sobre a necessidade de uma conversão de sua irmã Zabelê para que o desejo se tornasse real: “Não sou a favor de conversões forçadas. Cada um sabe seu tempo e Zabelê ainda não foi convertida”, afirmou.
família e restauração dos relacionamentos familiares”.

Assista a entrevista completa com marília gabriela:

Fonte: Gospel+


***Ex-Pastor que criou grupo de ajuda a homossexuais, assume ser gay e afirma que não crê em Deus* **

Ex-Pastor que criou grupo de ajuda a homossexuais, assume ser gay e afirma que não crê em Deus
Sergio Viula é um dos fundadores do Movimento pela Sexualidade Sadia (Moses). Em 1997, com amigos, fundou o grupo que trabalha com pessoas que buscam orientação para abandonar a homossexualidade.
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Viula, hoje com 42 anos, na adolescência teve seu primeiro caso homossexual e aos 16 anos se converteu ao cristianismo em uma igreja neopentecostal e depois mudou-se para uma Igreja Batista, onde aderiu a um programa de restauração e mais tarde foi consagrado a Pastor.
Hoje, Sergio Viula que chegou a casar, ter dois filhos, voltou à homossexualidade e diz ter se tornado um apóstata. “Na verdade, ex-gay não existe, é pura auto-sugestão. Eu comecei a ir à igreja e percebi que os homossexuais não tinham como lidar com suas dificuldades, por falta de orientação das lideranças, então decidi fundar o MOSES. Foi aí que comecei a dizer em momentos oportunos que era ex-gay”, conta Viula.
Sergio, que acompanhava de perto a metodologia aplicada pelo MOSES, afirma que o grupo fazia “lavagem cerebral” e que além de não funcionar, os métodos causam dor aos participantes. “Você tem que se isolar do seu antigo círculo de amigos, começar a se enfiar nas reuniões da igreja, fazer sessões de aconselhamento, orar, jejuar, essas coisas.
Quando acontecia de alguém se envolver com outro homossexual, ele tinha que confessar o que fez. No grupo, basicamente, pensávamos que ser gay fosse pecado, que devia ser confessado e abandonado. Para isso fazíamos proselitismo, aconselhamento, oração, pregação… Recomendávamos certos livros, leitura bíblica, coisas que os crentes geralmente fazem, mas com foco na homossexualidade, sempre demonizando a homo afetividade, infelizmente”, relata o ex-Pastor Sergio Viula.

Em uma viagem à Cingapura, Sergio Viula se envolveu sexualmente com um filipino e resolveu assumir novamente sua homossexualidade, abandonando dezoito anos de envolvimento com a igreja evangélica e seu casamento. “Houve perseguição por parte do MOSES, muita gente ficou em choque. Mas meus filhos nunca criaram problemas”, afirma Viula, que garante que sua filha com 12 anos e seu filho, com 11, mantém um bom relacionamento com seu atual parceiro.
Segundo o Gospel Prime, quando quesiotado sobre o momento atual, em que os assuntos envolvendo o movimento de defesa dos homossexuais tem atraído bastante atenção, Viula ataca um dos principais críticos do movimento, o Pastor Silas Malafaia, e levanta dúvidas sobre sua orientação sexual: “Ele é um idiota! Atua na base da má-fé mesmo, com interesses financeiros, projetos de poder, etc. E diz ele que nunca foi gay, será? Fico muito desconfiado de gente que gasta tanta energia e dinheiro para combater algo que não tenha nada a ver consigo mesma. Entendo heterossexuais que compreendem os riscos da homofobia, mas não entendo heterossexuais que quase surtam só por saberem que os gays estão felizes, saudáveis e produzindo para o país”.
Após assumir sua condição homossexual, Viula foi convidado para ser Pastor em diversas igrejas, incluindo a Comunidade Metropolitana, que é a mais proeminente das “igrejas inclusivas”. Porém, recusou todos os convites, pois segundo ele, o que o fez abandonar o Ministério não foi sua opção sexual, mas sim, ter deixado de acreditar em Deus. “Nem Deus, nem escrituras, nem igrejas passam pelo crivo da razão”, afirma o agora ex-Pastor. “Não me refiro à razão de uma mente brilhante como a de Nietzsche, Darwin, Sartre, Hopkins, Dawkins, etc. Refiro-me à razão de uma mente mediana como a minha. Não posso ir contra mim mesmo e contra aquilo que enxergo tão distintamente. No entanto, defendo a liberdade. Por isso, crer e não crer são coisas que não podem ser controladas, coibidas, exceto quando colocam os direitos humanos em xeque”, conclui.
Em 2010, Viula lançou o livro “Em busca de mim mesmo”, e entre suas histórias, conta que “sair do armário foi a decisão mais acertada” de sua vida e afirma que pretende ser um ativista para que outros gays se assumam, “principalmente aqueles oprimidos por motivos religiosos”. Sobre os homossexuais que buscam ajuda em igrejas ou em programas como o MOSES, Viula é enfático: “Conversão religiosa que não admite sua homossexualidade não merece seu tempo e talento”.
Fonte: Gospel+

***Estudioso afirma que o Apóstolo Paulo não classificava homossexualidade como pecado mortal***

Estudioso afirma que o Apóstolo Paulo não classificava homossexualidade como pecado mortal
O criptógrafo Michael Wood afirmou em seu livro “Paul in Homossexuality” (em tradução livre, Paulo na Homossexualidade) que estudando os livros do Apóstolo Paulo, descobriu que os termos originais do grego dão a entender que não havia, por parte dos cristãos da igreja primitiva, o entendimento de que a prática homossexual fosse ato de morte espiritual.
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“Cresci em um lar cristão evangélico e meu pai era pastor. Sempre amei a Bíblia. Cheguei até a memorizar a carta de Paulo aos Romanos, palavra por palavra”, conta Wood.
Ele afirma que sua busca começou pelo paradoxo de Romanos 1:18 e 3:20, em que na primeira passagem, Paulo afirma que “serão justificados os que praticam a lei” e na segunda, “pelas obras da lei nenhum homem será justificado”.
Segundo Michael, em seus ensinamentos Paulo divide a lei judaica em dois grupos: em Romanos 1:18 Paulo se refere às obras mencionadas em Levítico 19:18, enquanto que em Romanos 3:20, ele aborda todas as obras que não foram mencionadas no livro que faz parte da Torá, incluindo a homossexualidade. “Michael Wood revela aos olhos do público um segredo que parecia bem guardado, ou seja, que o apóstolo Paulo, como seus contemporâneos, divide os comandos da lei judaica em dois grupos, demarcados por Levítico 19:18: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo “. Todos os mandamentos baseados no amor ao próximo eram “justiças da Torá”. Aqueles que não estão baseados em Levítico 19:18 eram “obras da Torá”, explica o Doutor William Berg, que lecionou grego na Universidade de Stanford e passou diversos meses estudando a tese de Michael Wood.
Torá é o nome dado pelo judaísmo aos livros que na Bíblia, formam o Pentateuco e foram escritos por Moisés.
Na tese de Michael Wood, a solução para o paradoxo de Romanos está em contrastar dessa forma o que Paulo escreveu, o que segundo ele, acaba com os questionamentos de contradição, que muitos estudiosos afirmam que havia na carta aos romanos. “Não há, assim, qualquer contradição, pois os dois ensinamentos seriam então simples reformulações um do outro, o “grande paradoxo” de fato não existe!”, afirma Woods.
Para o Doutor William Berg, entender dessa maneira, ajudaria a compreender o que Paulo fala a respeito da homossexualidade: “Esta ‘solução’ explicaria a maneira que Paulo trata a homossexualidade. Na passagem em questão, Paulo exclui a idolatria e as relações homossexuais da lista de coisas que ele considera dignas de morte espiritual, tais como as pessoas serem ‘difamadoras’, ‘caluniadoras’ ou ‘cheias de dolo’. Assim sendo, Michael Wood defende que as pessoas envolvidas em idolatria e relações homossexuais não estavam violando as ‘justiças da Torá’ (não iam contra o preceito ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’). Portanto, Paulo foi obrigado a separar estes da sua lista de coisas que viola as justiças”.
O criptógrafo, em sua teoria, afirma que Paulo separou as duas coisas de forma consciente, para que ficasse claro aos cristãos de sua época o que era pecado mortal e o que eram pecados contornáveis.
O Doutor Berg afirma que “Michael Wood deu um passo à frente na busca pela tradução fiel ao grego de Paulo. Ele mostra que as palavras historicamente mal traduzidas como “homossexuais”, “efeminados”, “impuros”, e assim por diante, são realmente pessoas “egoístas”, “injustas” e “sem amor”, e nada teriam a ver com a orientação sexual. Paulo estava condenando aqueles que violam as justiças da Torá, e nada além disso”.
O pastor Armando Taranto Neto foi entrevistado pelo Gospelprime para comentar as afirmações feitas por Michael Wood e afirmou que “é muito preocupante o que afirma o Sr. Wood, quando, em nome de uma “suposta” interpretação de “novos documentos” descobertos (?), se encontraria uma “nova versão” de alguns termos utilizado por Paulo na língua grega, que inescrupulosamente ele usa como base para alterar toda a Escritura. Deve-se deixar bem claro que não é Paulo quem condena a prática homossexual, e sim a Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
Fonte: Gospel+

*** Depois de ter o pescoço cortado evangélica leu a Bíblia para o seu agressor***



 Depois de ter o pescoço cortado por um homem que invadiu sua casa, evangélica leu a Bíblia para o seu agressor

A evangélica Lindsay Wood, 32, da cidade de Shelby, Carolina no Norte, teve a casa invadida por um homem que a agrediu cortando seu pescoço. Mesmo ferida a cristã leu a Bíblia e pregou para o seu agressor durante uma hora e meia.
Wood contou que havia acabado de chegar em casa após um estudo bíblico, e pediu ao seu filho de 15 anos para tirar o lixo, quando sua casa foi invadida. Segundo a polícia, o filho de Wood ouviu o que estava acontecendo e se escondeu no quintal, fora de vista, enquanto sua mãe continuou a falar com o agressor.

Faye Cooke, vizinha de Wood contou que a ouviu pedir por favor ao agressor "para não machucá-la, que ela amava o Senhor e seu filho". A polícia disse ainda que ela ofereceu seu carro e dinheiro ao agressor, mas segundo o capitão do Departamento de polícia de Shelby, ele foi embora da casa sem levar nada após o apelo da vítima.

Mesmo ferida Wood ficou uma hora e meia lendo a Bíblia e falando do amor de Cristo para seu agressor, que a ouviu e depois foi embora pedindo desculpas. Ela chegou a convidá-lo par ir à igreja que ela frequenta.

Segundo a ABCNews Lindsay Wood está no hospital se recuperando dos ferimentos, que exigiram cerca de 20 pontos e alguns grampos para serem fechados.

Fonte: Gospel+

***Sacerdote da Igreja Anglicana do Brasil afirma que o Rei Davi era gay***

Sacerdote da Igreja Anglicana do Brasil afirma que o Rei Davi era gay
Dom Ricardo Loriete de Lima (foto), arcebispo da Igreja Anglicana do Brasil, disse que apoia a união entre casais do mesmo sexo e lembrou que textos bíblicos citam que o rei Davi dizia preferir o amor do filho do rei Saul ao amor das mulheres.
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A data de nascimento de Davi teria sido 1.040 a.C. Ele foi o escolhido por Deus para ser o segundo monarca de Israel, de acordo com os livros sagrados hebraicos. Apaixonado por Jônatas, ele é tido como o único personagem homossexual da Bíblia.
Um dos trechos os quais dom Lima se referiu é I Samuel 18:1: “E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como a sua própria alma”.
Outro trecho, em Samuel 20:41: “E, indo-se o moço, levantou-se Davi do lado do sul, e lançou-se sobre o seu rosto em terra, e inclinou-se três vezes; e beijaram-se um ao outro, e choraram juntos, mas Davi chorou muito mais”.
Em II Samuel 1:26, fica claro para que lado pendia o sentimento de Davi: “Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; quão amabilíssimo me eras! Mais maravilhoso me era o teu amor do que o amor das mulheres.”
Quem nega a homossexualidade de Davi e Jônatas argumenta que o sentimento entre os dois era de amigos. Uma amizade perfeita, dizem. De qualquer forma, pastores e padres dificilmente se lembram dos dois quando falam aos fieis sobre a amizade.
O arcebispo Lima os mencionou a propósito do episódio do outdoor em Ribeirão Preto (SP) da Igreja Casa Oração com uma transcrição homofóbica da Bíblia, a do Levítico 20:13: “Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles”.
A Justiça determinou a retirada do outdoor em uma liminar concedida à Defensoria Pública. Representantes do movimento gay acusaram o pastor Antônio Hernandes Lopes de retaliação por causa da realização naquela cidade de uma parada de homossexuais.
Lima disse que desde 2008 a Igreja Anglicana aceita a ordenação de homossexuais e que recentemente passou a abençoar união homoafetiva. Ele reconheceu, contudo, que ala conservadora da igreja se recusa a adotar esses procedimentos.
Fonte: Paulopes

***PALAVRAS CRUZADAS GOSPEL AFIRMA QUE DAVI ERA HOMOSSEXUAL***

Revista de palavras cruzadas gospel publicada por igreja Assembleia de Deus coloca Davi como amante de seu amigo JônatasA Igreja Assembleia de Deus em Campo Grande-RJ, liderada pelo pastor Daniel Malafaia, tornou-se foco de atenções por causa de uma revista de palavras cruzadas.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica GospelA edição número quatro da revista “Palavras Cristãs” traz na página seis uma pergunta sobre a relação que Jônatas mantinha com Davi. O enunciado da revista diz: “Jônatas, com relação a Davi, conforme o livro de 1 Samuel, capítulo 18”. Porém, a resposta, embora coerente com o relato bíblico, causou estranheza: amante.
Confira nas imagens abaixo, a página de palavras cruzadas e a página de respostas da publicação:
O texto bíblico desse capítulo do livro de 1 Samuel diz, nos primeiros três capítulos: “E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma. E Saul naquele dia o tomou, e não lhe permitiu que voltasse para casa de seu pai. E Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma”.
O blogueiro Júlio Severo, que publicou o curioso fato, questionou se a publicação foi influenciada por ativistas homossexuais: “Será que a influência gay e midiática chegou a um ponto catastrófico nas igrejas evangélicas?”.
Severo, que está exilado no exterior devido a perseguições, ainda incentiva seus leitores entrem em contato com a direção da igreja, para que elas tomem ciência do fato: “Peço aos leitores do meu blog que enviem ao Pr. Daniel Malafaia uma cópia das excelentes pregações do Pr. Silas Malafaia contra as mentiras da agenda gay. Aliás, mandem uma cópia para toda a liderança dessa igreja, pois se Jônatas e Davi eram homossexuais por serem muito amigos, então o que dizer de nós, homens cristãos, que somos apaixonados por Jesus Cristo?”.
Fonte: Gospel+

***QUANDO O MEDO PARALISA***



QUANDO O  SONHO PARECE  NUNCA SE REALIZAR E O  MEDO  SE TORNA  TÃO FORTE E VIVO  DENTRO DO NOSSO PEITO É HORA DE SE REFUGIAR NAQUELE QUE PODE NOS GUARDAR EMBAIXO DAS SUAS ASAS.CRISTO JESUS.
MUITAS VEZES OS NOSSOS MEDOS SE TORNAM TÃO PODEROSOS QUE SOMOS INCAPAZES DE  ENFRENTA-LOS SOZINHOS,NÃO CONSEGUIMOS VER NADA ALÉM DAS MURALHAS QUE NOS IMPEDEM A VISÃO ,O HORIZONTE PARECE TÃO NEGRO E AS ESPECTATIVAS TÃO ´PEQUENAS QUE PENSAMOS QUE NUNCA IREMOS CHEGAR A LUGAR NENHUM....

É COMUM OUVIRMOS PESSOAS DANDO  CONSELHOS,DIZENDO COISAS E ATÉ RECITANDO VERSÍCULOS,FALAM DE FÉ,FAZEM EM VEZ DE NOS SENTIRMOS MELHORES,SENTIRMOS INCAPAZES ,TRISTES E MUITAS VEZES DESMOTIVADOS E SEM ÂNIMO.AS FORÇAS SOMEM DE DENTRO DE NÓS E AS LÁGRIMAS TEIMAM EM ROLAR PELOS NOSSOS ROSTOS,NOSSA ALMA PARECE QUERER GRITAR PEDINDO AJUDA E TUDO O QUE  NOS FALAM PARECE NÃO TER MUITO SENTIDO.

ENTÃO´ESTÁ NA HORA DE PARAR.RESPIRAR FUNDO E PROCURAR DENTRO  DO PEITO A FORÇA NECESSÁRIA PARA CONTINUAR .

 SENTIR SE  BEM É APENAS O COMEÇO PARA SE CHEGAR A UMA VITÓRIA.
A VIDA É FEITA DE ALTOS E BAIXOS.MOMENTOS DE ÂNIMO E MOMENTOS DE DESÂNIMO,MOMENTOS DE ALEGRIA E MUITOS MOMENTOS TRISTES.CADA CAMINHO É CONQUISTADO COM GRANDE ESFORÇO  E NINGUÉM VIVE A VIDA INTEIRA SEM SENTIR MEDO  E SEM DERRAMAR LÁGRIMAS.
FOMOS FEITO ASSIM E SÃO NESSES MOMENTOS QUE DESCOBRIMOS O QUANTO DEUS É ESPECIAL,FIEL E BOM ;SÃO NESSES MOMENTOS QUE SOMOS GRATOS A DEUS POR NOS AMAR DO JEITO QUE SOMOS.


PORTANTO FORÇA SEMPRE!!!!!!!!!!!!!!!