quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Pastor faz “desafio de Elias” ao califa do Estado Islâmico

Pastor faz “desafio de Elias” ao califa do Estado Islâmico
Um pastor cristão norte-americano está propondo um desafio de fé ao chefe do grupo terrorista Estado Islâmico, o autoproclamado califa Abu Bakr al-Baghdadi. Basicamente é uma repetição do que fez Elias com os profetas de Baal no Monte Carmelo, no Antigo Testamento.


O evangelista Bill Keller, que mantém o site Liveprayer.com, disse que deseja provar ao mundo que os muçulmanos adoram a um falso deus. Ele fez um vídeo onde afirma: “É hora de alguém expor esses instrumentos de Satanás, em vez de se esconder na tenda como o exército de Israel fez quando foi hostilizado por Golias”.
Keller explica que seu desejo é mostrar que “Jesus morreu pelos pecados de todos os homens, incluindo os do Sr. al-Baghdadi”. Por isso, ele deseja ver o califa renunciar ao Islã e aceitar Jesus. Para que isso aconteça, Keller diz estar pronto para dar ao mundo uma demonstração pública do poder divino.
“Eu iriei para o Iraque, a Síria, ou qualquer local que você deseja”, diz Keller. “Cada um levará um animal puro, cortado em pedaços. Armamos as fogueiras. Depois de tudo preparado, você tem uma hora para pedir que Alá faça chover fogo sobre a sua oferta. Se no final daquela hora Alá não responder às suas súplicas, eu invocarei o único e verdadeiro Deus, o Deus da Bíblia… não apenas para lançar fogo sobre a minha oferta, mas também sobre a sua”.
E Keller vai mais além: “Se o seu deus Alá não responder, você… renuncia como líder do Estado Islâmico. Você se aposenta da sua vida de terror e incentiva seus seguidores a viver em paz. Então eu poderei voltar para minha casa nos Estados Unidos. Mas caso seu deus Alá responder às suas súplicas por fogo [e] o meu Deus não, eu renuncio à fé cristã, e você poderá fazer o que quiser e até me matar”.
O desafio de Keller é baseado no relato de 1 Reis 18, em que o profeta Elias derrotou os 450 profetas do deus pagão Baal. O evangelista deseja que esse desafio de fé cause um impacto em todos os muçulmanos do mundo.
“O Islã é uma mentira 1.400 anos de idade, vinda do inferno, nascido da voz de Satanás, literalmente. Maomé estava correto quando disse que era Satanás que inicialmente falou com ele. Ele sonhou com o seu próprio deus, Alá, que tenta ser uma imitação do Deus da Bíblia, e inspirou o seu próprio livro sagrado, o Alcorão, também uma imitação barata, muitas vezes plágio da Palavra de Deus inspirada, inerrante, a Bíblia”
Keller postou o desafio pela primeira vez julho, mas não obteve resposta de Baghadai nem de algum representante do Estado Islâmico, e afirma que o desafio continua de pé. 
Com informações WND.

Cresce o número de judeus europeus que imigram para Israel

Judeus voltam para Israel em número recorde
Folha de São Paulo conversou com um jovem francês que resolveu sair de seu país para viver em Israel. Marc Leiba, 31 anos, é judeu e percebeu que no seu país os judeus não teriam futuro.
“Eu vi que ser judeu, que é uma coisa pessoal, me definia mais do que ser francês”, disse ele. Leiba não foi o único, o número de judeus franceses que resolveram fazer o “aliyah” – imigração a Israel – cresceu e muito: no primeiro semestre de 2013 foram 811 pessoas, no mesmo período deste ano foram 2.831.
O clima hostil para os judeus franceses ganhou um novo capítulo, com os ataques na Faixa de Gaza, milhares de pessoas se manifestaram contra Israel, em julho, quando a operação militar começou, oito sinagogas foram atacadas em Paris o que gerou ainda mais medo entre os judeus.
“Pela primeira vez, tivemos gangues atacando sinagogas. Até então, esses crimes eram cometidos por indivíduos”, disse Yonathan Arfi, que é vice-presidente da federação de judeus na França.
Na França há cerca de 600 mil judeus, mas poucos são os que fizeram a “aliyah”, a maioria não percebeu os riscos do crescimento no antissemitismo no país, mas para Arfi o risco é grande, pois o preconceito contra judeus não é só expressado pela direita europeia, mas também na periferia.
Na Espanha também há casos de antissemitismo recentes, em 2013 foram três casos relatados pelo Ministério do Interior. A federação judaica espanhola FCJE diz que os “preconceitos antigos seguem existindo e aumentando nos últimos anos, tomando novas formas”.
A diretora do FCJE, Carolina Aisen, diz que os principais lugares de preconceito são universidades e nos meios de comunicação. “Há um antissemitismo no inconsciente coletivo. É um profundo desprezo pelo judeu que se demonstra em expressões como ‘judiar’ em festas populares que tratam da difamação de judeus”, disse ela.
fonte:gospelprime

Pastor quer curar ebola com orações e “água ungida”

Pastor quer curar ebola com orações e “água ungida”
O pastor e profeta nigeriano, T.B. Joshua, da Igreja Sinagoga de Todas as Nações, envolveu-se em uma polêmica meses atrás, quando divulgou um vídeo de julho do ano passado em que ele profetizava sobre o desaparecimento de um avião na Ásia. Quando aconteceu a queda do voo MH370 da Malaysian Airlines, ele afirmou que Deus revelou-lhe que havia um propósito divino no desaparecimento da aeronave. Embora ele não explique qual seria esse propósito, o vídeo fez sucesso na internet.
Anos atrás, ele ficou conhecido em seu país por vender garrafas de “água ungida”, que teriam o poder de curar a AIDS, câncer e dar filhos a mulheres estéreis. Muitos vídeos na internet mostram fiéis nos cultos da igreja relatando terem sido curados de males como artrite, asma e esquizofrenia. Além da água, eles receberam orações do pastor. A revista Forbes afirma que ele é o terceiro pastor mais rico da Nigéria, com uma fortuna pessoal avaliada em US$ 15 milhões de dólares.
Com a epidemia de Ebola piorando na África e alguns casos registrados na Nigéria, o pastor Joshua (51) tomou uma decisão que foi elogiada por muitos, mas que também gerou críticas. Ele doou cerca de 50 mil dólares para vítimas do vírus em Serra Leoa e na Libéria, países mais atingidos pelo Ebola.
Além disso, enviou 4.000 garrafas de água ungida pelo seu ministério. Em um comunicado oficial, esclareceu ser preciso que a pessoa tenha fé. Embora acredite que Cristo vai dar “atenção especial” àqueles que beberem a água ungida, ressaltou que para ser curado é preciso que o doente ore e acredite que Deus irá agir em seu favor.
Durante um de seus programas de TV, Joshua disse: “Não é a água ungida que cura os doentes, mas o próprio Jesus Cristo. Deve haver fé, tanto na pessoa que ora quanto na pessoa que recebe a oração. Essa oração deve ser acompanhada de uma fé viva. É isso que traz a cura, a água é apenas um símbolo”.
A água foi enviada para as vítimas em um jato particular e encaminhada para os Centros de Controle e Prevenção de Doenças que administram diariamente centenas de doentes com o Ebola. Até agora não foi divulgado se as garrafas serão repassadas aos que contraíram o Ebola.
No início do mês, a OMS (Organização Mundial da Saúde) publicou um comunicado declarando o Ebola “uma emergência de saúde pública de alcance mundial”.  Alguns líderes cristãos dos Estados Unidos chegaram a dizer que uma pandemia do Ebola “poderia ser um instrumento de Deus para destruir todos que ele considera imorais”.
 Com informações de All Christian News.

Cantora gospel assume homossexualidade

Cantora gospel inglesa assume homossexualidade
Em entrevista ao jornal “The Independent”, a cantora gospel inglesa Vicky Beeching, 35 anos, assumiu que é homossexual e que sente atração por mulheres desde que tinha 12 anos de idade.
Por conta de sua crença religiosa, Beeching, que nasceu e cresceu em uma Igreja Anglicana, nunca teve relações com outras mulheres e até tentou se relacionar com homens, mas não foi feliz nesses relacionamentos.
Na entrevista ela relata que sempre foi ensinada que a homossexualidade é pecado e “coisa do demônio”. Vicky Beeching cresceu vivendo um dilema, aos 13 anos ela já orava pedindo que Deus tirasse sua vida ou que ela não sentisse mais atração por mulheres.
Aos 16 anos, durante uma colônia de férias, ela chegou a passar por uma sessão de exorcismo onde os pastores gritavam: “Nós ordenamos que Satanás saia! Saia fora, corja de demônios! Nós falamos a vocês, demônios da homossexualidade: deixem a menina em paz!”.
“Lembro de muitas pessoas colocando as mãos nos meus ombros, orando muito alto”, disse a cantora nareportagem traduzida pelo O Globo. Por conta disso, ela se tornou uma pessoa introspectiva e passou a encontrar soluções por conta própria.
Uma dessas soluções foi focar nos estudos, ela foi para a universidade de Teologia em Oxford onde se formou. Depois se mudou para os Estados Unidos para viver em Nashville, no Tennessee, se envolvendo com a música.
Mesmo fazendo sucesso como compositora e cantora evangélica, a comunidade religiosa era bastante conservadora, e para tentar encontrar um ambiente mais liberal, Vicky Beeching se mudou para a Califórnia que naquele ano aprovaria uma lei proibindo o casamento gay.
No começo deste ano a cantora descobriu que estava com uma doença rara na pele, algo que poderia levá-la à morte. O tratamento da doença seria através de quimioterapia e ao passar pelo procedimento achou que era hora de se assumir e tentar se relacionar com mulheres.
“Olhei para o meu braço com a agulha da quimioterapia, olhei para a minha vida, e pensei: ‘tenho que entrar em acordo com quem eu sou’. Trinta e cinco é metade de uma vida, e eu não posso perder a outra metade. Perdi tanta vida como uma sombra de uma pessoa”, disse ela durante a entrevista.
Ao revelar para sua família, Vicky Beeching recebeu apoio e seus pais lhe pediram perdão pelos constrangimentos que a fizeram passar. Agora a cantora quer que a Igreja Anglicana acolha os homossexuais. Vale lembrar que a denominação aceita ordenação de homossexuais, desde que eles mantenham o celibato.
fonte:gospelprime

Brasil poderá ter seu primeiro museu cristão

 O projeto do Museu Cristão Brasileiro foi iniciado esta semana na Assembleia Legislativa de São Paulo. A obra teria cerca de 10 mil m² (equivalente ao Masp), com capacidade para 1.500 visitantes.
Trata-se de uma iniciativa do deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP). Ele afirma que está buscando ajuda de patrocinadores e também recursos da Secretaria da Cultura do Estado. Para ele, o foco do museu deve ser “histórico e cultural”, e não religioso. “O Estado é laico, não posso mandar dinheiro para a igreja, mas posso me associar a entidades religiosas”, assegura. Capez diz ser “um cristão que apoia o movimento evangélico” e frequenta igrejas como a Bola de Neve.
“Não vai ter culto no museu”, faz coro Luciana Mazza, uma das idealizadoras do projeto. Ela e o jornalista Marcelo Rebello, seu marido pretendem recorrer a leis de incentivo fiscal como a Rouanet, do governo federal, para conseguir financiamento para o projeto (ainda não orçado). Luciana esclarece que os ingressos do museu terão “preços bem acessíveis a todos”. O casal tem experiência com o público-alvo, pois são responsáveis pelo Salão Internacional Gospel, feira de negócios que ocorre em São Paulo.
Com o lançamento do “primeiro tijolo simbólico” nesta quarta (20), é possível ver como será a aparência do lugar. Quatro pilastras gregas sustentam a entrada. No topo, uma cruz. Na fachada, duas Menorás e a inscrição: “A Deus toda honra e toda glória” sobre a porta. Contudo, não foi divulgado onde ficará o museu e nem quando começaria sua construção.
Entre as diferentes divisões do Museu estão uma dedicada a “declarações polêmicas”. Entre elas o cantor gospel Thalles Roberto (ex-Jota Quest) mandando as mulheres “segurar a periquita”. Outra seção reunirá notícias que agitaram o universo religioso nacional. Entre as selecionadas está o pastor Lucinho cheirando a Bíblia para convidar as pessoas para o culto “Quarta Louca por Jesus”. Também terá destaque a pastora e cantora Ana Paula Valadão, que imitou “profeticamente” um leão durante uma apresentação e foi muito criticada por isso.
Uma das alas trará uma compilação dos nomes mais curiosos de igrejas no Brasil. Entre eles estão: Assembleia de Deus Pavio que Fumega, Pentecostal Cristã Ore com Moderação, A Serpente de Moisés Aquela que Engoliu as Outras e Associação Fiel Até Debaixo D’Água.
Embora tenha o nome de “cristão”, o projeto inicial não mostra nenhuma ala dedicada aos católicos nem aos ortodoxos, ramificações do cristianismo também presentes no país. Para quem tem interesse em museus religiosos, há mais de 10 anos funciona em Barueri, São Paulo, um museu totalmente dedicado à Bíblia e à cultura bíblica
fonte: gospelprime  Com informações de Folha de SP.