quinta-feira, 30 de outubro de 2014

‘Morta por câncer’ é ouvida batendo no caixão após enterro

Coveiros de um cemitério em Peraia, na Grécia, correram para o local onde um corpo havia sido enterrado após ouvirem a “morta” batendo desesperadamente na madeira do caixão e gritando por socorro. A mulher de 45 anos havia “morrido de câncer”, de acordo com o atestado de óbito. A exumação do corpo foi feita rapidamente, mas a mulher, que não teve o nome revelado, acabou “morrendo pela segunda vez”. Um médico foi chamado ao local e atestou a morte da enterrada viva, de acordo com reportagem do “Daily Mirror”. Ela não resistiu e morreu sufocada. “Eu não acredito nisso. Fizemos vários testes, incluindo um para verificar a falência do coração”, disse o médico Chrissi Matsikoudi a uma TV grega. “Seria impossível para alguém naquele estado gritar e bater no caixão daquele jeito”, acrescentou. O caso será investigado pela polícia. A família vai processar a clínica onde a mulher foi declarada morta.

Fonte: O Globo


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Imagem de idoso lanchando acompanhado de foto emociona web

Imagem: Reprodução/TwitterUma imagem tocou o coração de Madina Bashizadah e se tornou viral na internet. A jovem registrou a cena e postou uma foto no Twitter (veja ao lado). Na imagem, um idoso lancha em uma rede de fast food na Califórnia, EUA. Mas isto é apenas um detalhe. “O idoso estava sentado fazendo o seu lanche e percebi que havia uma foto com ele”, disse Madina ao “Huffington Post”. “Foi um lindo momento, mas também triste”, acrescentou. Clientes da lanchonete perceberam a cena emocionante e se aproximaram, ávidos por mais detalhes. A foto sobre a mesa registra um momento do idoso e da esposa, falecida há cinco anos. Eles se conheceram quando tinham 17 anos, mas acabaram separados durante a Segunda Guerra Mundial. “Ele procurou a mulher por 10 anos. Um dia, ele contou sobre a busca ao seu barbeiro. E o barbeiro chamou a sua filha, que se revelou ser a mulher que ele procurava. Eles se casaram logo e ficaram juntos por 55 anos, até a morte dela”, relatou Madina. Segundo a autora da foto, o idoso leva a esposa para onde for. Leia também: Casados por 73 anos, mulher e marido morrem com 28 horas de diferença
Fonte: O Globo


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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Mulher perde três filhas em acidente e supera depressão engravidando

Jackie Hance, o marido Warren e as três filhas do casal, Emma, Alyson e Katie, antes da tragédia (Foto: Newscom/Glow Images)
“Assim que me casei, em abril de 1999, larguei a carreira e parei de tomar pílula.Trabalhava na Barnard College, em Nova York, e gostava de meu emprego. Mas, aos 25 anos, queria ter um filho. Um não, vários. Meu grande sonho sempre foi ser mãe.Meu marido, Warren, queria muito formar uma família também. Não demorei a engravidar: logo tive três lindas meninas – Emma, Alyson e Katie.
Elas se tornaram a razão da minha existência e nunca me arrependi de ter parado de trabalhar para cuidar delas em tempo integral. Adorava preencher meus dias em função de suas agendas, das aulas que tinham, dos ensaios de teatro. Fazia questão de estar presente em todos os momentos. Naquela época, no entanto, nem me passava pela cabeça que elas pudessem ser arrancadas de mim, levando junto todo o sentido de estar no mundo [o drama é contado no livro "Até que o Tempo Nos Reúna", Fontanar, 270 págs., R$ 29,90].

Quando as meninas não estavam por perto, ao contrário de muitos pais que veem o tempo livre como uma bênção, eu ficava perdida. Não acho que isso seja certo, nem que funcione para todo mundo, mas era como me sentia. E foi assim naquele fim de semana de verão, há cinco anos, quando elas foram acampar com os tios Diane e Denny e seus dois filhos (primos delas).
"Quando as meninas não estavam por perto, ao contrário de muitos pais que veem o tempo livre como uma bênção, eu ficava perdida."
Minha cunhada amava minhas meninas como se fossem suas próprias. E elas também a amavam, estavam animadas em viajar com os primos. Emma tinha 8 anos, Alyson, 7 e Katie, 5. Minhas filhas haviam feito a mesma viagem no ano anterior e estavam excitadas para ir de novo.

No fim da tarde de sábado, falei com as garotas pelo telefone e elas estavam se divertindo, muito felizes. Pegariam a estrada de volta no domingo de manhã e não via a hora de reencontrá­-­las. Emma, a primogênita, teria ensaio para sua apresentação de "A Bela e a Fera", que aconteceria no fim de semana seguinte.

Warren, meu marido, estava bem tranquilo com a ausência das meninas, certo de que elas estavam em boas mãos e se divertindo bastante. Tanto que até marcou de encontrarmos um casal de amigos naquela noite, para aproveitar nosso raro tempo sem crianças. E realmente foi muito gostoso.
No domingo de manhã, Emma ligou para o escritório de Warren e disse que se atrasariam um pouco para sair (meu marido tem uma empresa de avaliação imobiliária e algumas vezes tem de trabalhar aos finais de semana). Preocupada com a demora, liguei para Diane para saber se estava tudo bem e ela me explicou que eles haviam se atrasado um pouco – a logística de cinco crianças é complicada –, mas que logo estariam conosco.

Jackie com as três filhas (Foto: Divulgação)
Só que às 12h58, o telefone de casa tocou e já não estava mais tudo bem. Era minha Emma, ligando do carro, assustada, dizendo que ‘tinha alguma coisa de errado com tia Diane’. Meu coração disparou. Ouvi ao fundo o choro de um dos primos das meninas, e Diane pegou o telefone. Disse que as meninas estavam só brincando, mas notei que sua voz estava estranha. Tinha a fala arrastada e dizia coisas incoe­rentes. Pedi para conversar com Emma de novo, mas ela seguiu com as frases sem sentido e desligou.
"Às 12h58, o telefone de casa tocou e já não estava mais tudo bem. Era minha Emma, ligando do carro, assustada, dizendo que ‘tinha alguma coisa de errado com tia Diane’. Meu coração disparou."
Na hora telefonei para meu marido. Queria que ele falasse com a irmã e tentasse entender o que estava ocorrendo. Warren ligou para Diane e mandou que ela parasse o carro onde estivesse que ele iria buscá­-las. Implorou para ela não continuar dirigindo, pois percebeu que havia algo errado. Na hora pensamos que talvez ela tivesse tido um ataque epilético ou um derrame. Eu tinha certeza, pelo que conhecia de Diane, uma mãe cuidadosa e responsável, que ela pararia o carro no acostamento e esperaria por Warren.

Assim que ele saiu pela porta, liguei para a emergência da polícia para pedir ajuda. Depois, para Danny, meu cunhado, que talvez tivesse alguma ideia do que poderia ter acontecido, afinal, havia estado com Diane naquela manhã. Ele havia ficado no trailer para terminar de arrumar as coisas e, como estavam em carros separados, saiu de lá depois dela. Diane dissera a ele que viria até nossa casa deixar as meninas. Ficou desesperado quando soube que ela ainda não chegara. Pegou o carro e saiu para encontrá-la, pois sabia o caminho que sua mulher costumava fazer.
O tempo foi passando e o pesadelo continuou. Warren e Danny não encontravam o carro em lugar algum, nem com a ajuda da polícia, que a essa altura já estava em ação. Até que tocou o celular de Brad, marido da minha vizinha, que estava na minha casa para dar uma força. Era meu marido, histérico, do outro lado da linha. Brad só escutava, depois ficou de pé, apoiou-se na parede e pediu calma. Eu podia ouvir meu marido aos gritos. Quando desligou, Brad olhou para mim com o rosto transfigurado. Ele só conseguiu dizer: ‘Jackie, elas se foram’. Fiquei olhando para Brad sem entender, que repetiu: ‘Elas se foram, Jackie, eu sinto muito’.
"Diane não havia estacionado no acostamento, como pedimos. Bateu de frente com outro carro. Ela, a filha de 2 anos, Emma e Alyson morreram na hora. Katie chegou com vida ao hospital, mas não resistiu."
Saí de casa correndo, aos berros. Gritando, me esgoelando. Não dizia nada, só conseguia uivar com aquela tragédia. Corri muito rápido, para longe, com a ilusão de que, se me afastasse de lá, fugiria do horror. Os vizinhos começaram a sair das casas assustados com meus urros e me chamavam, mas eu só conseguia correr. Nem sei como voltei para casa naquele dia. E todos os dias seguintes foram tão nebulosos e confusos quanto aquele. Houve o velório, o enterro. Cinco caixões brancos enfileirados. Todos enterrados no mesmo jazigo.

Fui descobrindo a história aos poucos. Só muito tempo depois entendi completamente o que havia acontecido. Diane não havia estacionado no acostamento, como pedimos. Ela parou de atender ao celular e seguiu para a estrada em direção ao norte, não ao sul, onde morávamos. Bateu de frente com outro carro.

Ela, a filha de 2 anos, Emma e Alyson morreram na hora. Katie chegou com vida ao hospital, mas não resistiu. Os três ocupantes do outro carro também se foram. O único que saiu com vida foi Brian, filho mais velho de Diane. Naquele dia, eu também perdi minha vida. Danny também havia perdido o chão, junto com quase toda sua família. E, assim como eu, não imaginava o que ainda estava por vir.
Capa do livro "Até que o Tempo Nos Reúna", em que Jackie Hance relata a tragédia que mudou completamente sua vida e como superou a perda das três filhas (Foto: Divulgação)


Menos de uma semana após o acidente, saiu o relatório toxicológico de Diane. Até então, apesar de não termos respostas claras sobre o que teria acontecido, Warren e eu estávamos perturbados e confusos demais para tirar qualquer conclusão. Acreditávamos que ela tivera um problema de saúde. Mas a polícia tinha uma resposta atordoante: Diane estava bêbada na hora do acidente. Seu nível de álcool no sangue era mais que o dobro do limite legal.
A polícia descreveu a quantidade como o equivalente a dez doses de vodca consumidas em menos de uma hora. E encontrou uma garrafa da bebida aberta em meio aos destroços. Havia também evidências de que ela teria fumado maconha menos de uma hora antes de bater o carro.

Nas semanas seguintes, sofri uma amnésia factual. Todos os dias acordava sem lembrar do que tinha acontecido. Perguntava pelas meninas, dizia que tinha que descer para preparar o café da manhã e o lanche da escola. E todos os dias tinham de me dar a notícia de novo. Um dia, levantei da cama e tropecei numa das minhas amigas, que dormia no corredor, em frente ao meu quarto. Meus amigos fizeram um esquema de plantão na minha casa para que nunca ficasse só. E todas as manhãs me mostravam o mesmo jornal com a notícia do acidente.
"Diane estava bêbada na hora do acidente. Seu nível de álcool no sangue era mais que o dobro do limite legal. A polícia descreveu a quantidade como o equivalente a dez doses de vodca consumidas em menos de uma hora."
Mesmo tomando remédios todos os dias, desejava morrer para ficar perto das minhas filhas. Cheguei a pedir para o Warren me matar para ir cuidar delas no céu, porque, se cometesse suicídio, talvez fosse para outro lugar. Ele ficava irritado, apavorado com minhas palavras. Então amea­cei matá-lo. Na minha fantasia, assim ao menos um de nós dois poderia ficar com elas. Um dos pais precisa estar perto das meninas. O casamento desandou, claro. Bastava um olhar para o outro para lembrar da dor. No nosso caso, ainda havia a raiva que eu projetava nele.

Todas as vezes que olhava para Warren, pensava: ‘Foi sua irmã que destruiu nossas vidas’. Não era justo culpá­-lo pelo que ela fizera, mas não havia ninguém mais para odiar. Começamos a brigar tão asperamente que os amigos não nos deixavam sozinhos. Raiva, culpa, dor e ressentimento formam uma combinação explosiva.Como sentir carinho por alguém se você não tem coração? Depois que elas se foram, me sentia com um enorme vazio no peito. Não conseguia mais dizer ‘te amo’. Quando Warren tentava me abraçar, simplesmente deixava o corpo mole até que o abraço terminasse.
Alguns meses depois, um casal de amigos nos convidou para ir à praia. Achavam que sair daquele ambiente cheio de tristeza e luto nos faria bem. Foi quando consegui sentir, pela primeira vez, alguma coisa pelo Warren de novo. E foi a primeira vez que fizemos sexo desde o acidente. Eu me permiti, por alguns minutos, deixar de lado o horror profundo do qual não conseguia esquecer em outras situações. Foi bom sentir meu marido perto de mim, mas me senti culpada no mesmo instante. Não conseguia conceber a ideia de me sentir bem ou de ter prazer, já que as meninas haviam morrido.

Não demorou para que os amigos começassem a dizer que eu deveria ter mais filhos. Estava com quase 40 anos e a teoria parecia ser a seguinte: se minha vida tinha sido brutalmente arrancada de mim, era preciso começar outra.Honestamente, todos pareciam loucos. Filhos são insubstituíveis e eu já tinha três. Queria ser a mãe delas e não de outra criança!
"Todas as vezes que olhava para Warren, pensava: ‘Foi sua irmã que destruiu nossas vidas’. Não era justo culpá­-lo pelo que ela fizera, mas não havia ninguém mais para odiar. Começamos a brigar tão asperamente que os amigos não nos deixavam sozinhos."
Também estava instável emocionalmente e não me imaginava cuidando e muito menos amando uma pessoa. Além disso, depois de três gestações difíceis, nas quais enfrentei fortíssimas alterações de humor e depressão pós-parto, eu tinha ligado as trompas. Mas, convencida por uma amiga, fui conversar com um médico amigo dela, especialista em fertilização in vitro. Saí de lá achando aquilo tudo absurdo, enquanto Warren parecia dividido entre uma ponta de esperança e o medo. Éramos dois seres humanos vazios, destroçados por uma dor que nunca iria embora.

Alguns dias depois, saí para resolver umas coisas e, no meio do caminho, tive uma crise de choro. Estacionei o carro, me debrucei no volante e chorei compulsivamente. Fazia isso todos os dias desde o acidente, mas naquele momento o choro era por um motivo diferente: pela primeira vez, me dei conta de que, durante um ano e meio, estive presa, sem sonhos, propósitos ou objetivos. Percebi que não conseguia pensar no futuro porque só vivia o passado. Uma parte de mim, então, entendeu que o que eu tinha perdido não seria reencontrado jamais. Era hora de olhar para a frente.
Combinei com Warren que faríamos três tentativas de implantar embriões. Ele tinha muito receio de que, se eu não engravidasse na primeira, mergulhasse novamente em uma depressão profunda e cometesse suicídio de fato. Mas engravidei. E, no dia em que descobrimos, ficamos felizes. Foi a primeira vez, em um ano e meio, que sentimos uma faísca de alegria em nossas vidas. Ainda demorou um tempo para que parasse de me sentir culpada por estar feliz, mesmo que um pouco ou por alguns momentos. Achava que estava traindo minhas meninas.
"Kasey trouxe de volta um coração para uma casa oca" (Foto: Divulgação)
Mas, com a chegada de Kasey, aprendi que alegria e tristeza podem coexistir. Essa menininha linda que hoje está com 3 anos trouxe de volta um coração para uma casa oca. E mostra, todos os dias, um pouco de cada uma de suas irmãs para mim. Ela também me fez ser uma pessoa capaz de amar de novo. Hoje, posso dizer que a amo e também Warren, meu marido e porto seguro.
"Com a chegada de Kasey, aprendi que alegria e tristeza podem coexistir. Essa menininha linda que hoje está com 3 anos trouxe de volta um coração para uma casa oca"
Foi graças a Kasey, também, que consegui perdoar minha cunhada. Se tristeza e alegria podem coexistir, certamente amor e ódio não. E perdoar Diane foi muito importante em meu processo de reaprender a amar. Ainda não sei por que ela fez o que fez. Fui ao cemitério e disse, tocando na lápide dela, que a desculpava.

Com Emma, Alyson e Katie me dediquei com tanto afinco à maternidade que acabei deixando todo o resto da vida de lado. Era muito feliz enquanto vivia apenas como mãe, mas, quando tudo acabou, e de uma vez, o choque foi imensurável. Agora, com Kasey, optei por fazer diferente. Trabalho meio perío­do no escritório de uma empresa da área médica e me dedico também à fundação que criamos para manter viva a memória das meninas, a Hance Family Foundation, que promove apoio educacional e psicológico para crianças.

Foi pela memória delas que resolvi, também, escrever o livro "Até que o Tempo Nos Reúna". Queria que as pes­soas tivessem a chance de conhecê-las: que a mulher que um dia poderia ter sido a sogra de Katie soubesse como ela gostava de dar abraços. E que os amigos que Aly viesse a ter soubessem como ela era uma companheira alegre. E que Emma, minha estrelinha Emma, poderia estar brilhando nos palcos de um teatro.”
fonte:Marie Claire

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  • Suzane von Richthofen diz: " nunca fui pastora apenas frequentei alguns cultos"

    Suzane Von Richthofen: “Quero que as pessoas saibam que sou um ser humano comum. Cometi um erro, estou pagando por ele e quero recomeçar minha vida”  (Foto: André Vieira)

    “Isso aqui é o paraíso”, me disse uma das presas quando cheguei ao presídio de segurança máxima de Tremembé para o concurso Miss Primavera 2014, a festa que, todos os anos, elege a detenta mais bonita da prisão. O paraíso a que ela se referia é a quantidade de pretendentes disponíveis na cadeia. São dezenas de mulheres que, muitas vezes heterosse­xuais antes de serem presas, encontram na companheira de cela um alento para a solidão. Enquanto me contava sobre os preparativos para o concurso – as sessões de ginástica, os ensaios sobre o tablado – e os romances entre as detentas, uma outra presa, candidata a miss, disse: “A mulher dela vai ser a jurada representante das presas no concurso”, apontando para a colega que “se sente no paraíso”. “Moramos todas na mesma cela”, completou. Minutos depois, o locutor da festa chamou a detenta para participar do júri. Sob aplausos, gritos e assovios das colegas, Suzane von Richthofen, 31 anos, sentou na mesa dos jurados.
    O concurso é a grande comemoração de Tremembé, o evento para o qual as detentas se preparam o ano todo, e também uma estratégia de disciplina do comando da prisão. “Só podem participar as que têm bom comportamento”, afirma a diretora da penitenciária, Eliana Maria de Freitas Pereira. A festa de 2014 teve o tradicional desfile das candidatas e apresentações de dança. Uma dupla de detentas dançou ao som de “O Show das Poderosas”, de Anitta; outras fizeram coreografias ensaiadas nas semanas anteriores. No fim da noite, dançavam sob a chuva e cantavam, extasiadas, “Beijinho no Ombro”, de Valesca Popozuda. Nesse momento, me aproximei da presa que disse se sentir no paraí­so e dançava ao lado de Suzane. Perguntei se topava dar entrevista. Depois da negativa, pedi, então, que me apresentasse para a colega, a presa mais famosa do Brasil.
    Esta foi a primeira vez que Suzane topou participar de uma festa da penitenciária onde cumpre pena desde 2007. Ela, que sempre fugiu dos holofotes, anda mudada, dizem as colegas. Está mais sorridente e conversadora. Surpreendeu a todos quando se candidatou a jurada do concurso, tanto que as presas que concorriam à vaga desistiram do posto em solidariedade a ela.
    Em Tremembé, a maior parte dos funcionários e detentas torce por Suzane. Os primeiros por causa de seu comportamento exemplar; as segundas, porque a consideram simples e simpática. “As outras presas famosas são mais fechadas”, disse uma detenta, que não quer ser identificada, sobre Anna Carolina Jatobá, condenada a 26 anos pelo assassinato da enteada Isabella Nardoni, e Elize Matsunaga, acusada de esquartejar o marido, Marcos Kitano Matsunaga, CEO da indústria de alimentos Yoki.

    Dias depois da festa, a diretora do presídio me disse que Suzane falaria à Marie Claire com algumas condições: o passado, a noite do crime e a relação com outras presas não poderiam ser abordados na conversa. Imposições aceitas, a doutora Eliana, como é conhecida, me recebeu em sua sala no presídio e pediu para chamar Suzane, que estava na oficina de costura da cadeia, onde é funcionária.
    Ela entrou tímida na sala em que eu, o fotógrafo André Vieira e a doutora Eliana a aguardávamos. De uniforme azul, Crocs nos pés, unhas vermelhas e cabelos soltos, nos cumprimentou sorrindo e recusou a água e o café que lhe oferecemos. Visivelmente tensa e insegura, sentou à nossa frente com as mãos entre as pernas. De cara, pediu que não ligássemos o gravador. “Tive experiências ruins no passado com outras entrevistas”, disse, temendo que o áudio fosse divulgado na TV. Antes de responder a cada pergunta, buscava a aprovação da diretora com o olhar. Negou-se a responder as mais delicadas, hesitou em tantas outras ou as comentou laconicamente.

    Suzane não quis falar sobre os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, respectivamente o ex-namorado e o ex-cunhado que mataram seus pais, o engenheiro Manfred Alfred e a psiquiatra Marizia von Richthofen, com golpes de barras de ferro, em um plano elaborado e acobertado por ela em 2002.
    “Fiquei assustada. Percebi que a vida pode ir embora em um minuto”, disse sobre episódio que teria mudado sua vida
    Em nenhum momento se emocionou, mas disse que havia chorado naquela manhã com medo de dar entrevista. Falou dos pais com carinho e, algumas vezes, como se não tivesse participado da morte deles. Contou que há algumas semanas levou um tombo em que bateu a nuca e ficou desacordada. Quando despertou, não conseguia falar nem se mexer. “Fiquei assustada”, afirmou. O episódio, segundo ela, teria mudado sua vida. “Percebi que a vida pode ir embora em um minuto”, disse, como se fosse seu primeiro contato com a morte. Também se referiu ao crime como se tivesse “acontecido” e não sido praticado por ela.

    Com um português correto e a voz doce, explicou o motivo pelo qual decidiu falar.“Quero que as pessoas saibam que sou um ser humano comum. Cometi um erro, estou pagando por ele e quero recomeçar minha vida.” Segundo as colegas de cadeia, a “nova” Suzane, mais alegre e aberta, é fruto do rompimento com o advogado Denivaldo Barni, amigo de seus pais que a acompanhou durante todos estes anos e foi flagrado orientando a cliente a chorar em uma entrevista para o "Fantástico", em 2006. Isso porque Barni exerceria uma proteção obsessiva sobre ela, a ponto de impedir amizades.
    Vários motivos teriam levado Suzane a romper com o advogado. De acordo com pessoas próximas, Barni queria que ela fosse trabalhar em seu escritório, em São Paulo, durante o semiaberto. Suzane teria negado o convite, para sua decepção, e teria desistido de brigar na Justiça com o irmão Andreas von Richthofen, 27, pela herança dos pais, batalha da qual Barni não abriria mão. Procurado pela reportagem, o advogado negou o rompimento e disse que não é mais responsável pelos processos de Suzane.
    Suzane e os jurados aplaudem as participantes do concurso Miss Primavera 2014 (Foto: André Vieira)
    A VIDA NA PRISÃO
    Hoje, ela trabalha na mesa de distribuição de tarefas da oficina de costura da Funap (Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel, que emprega presos dentro de cadeias paulistas), onde coordena as funções de outras detentas. Admitida em 2008, recebeu promoções e hoje ocupa o cargo máximo na hierarquia, pelo qual recebe R$ 705 mensais. Diz que guarda boa parte do dinheiro e gasta o restante com compras de supermecado organizadas no presídio, que incluem produtos de higiene pessoal e alimentos, e também com consultas com um dentista particular que atende ali dentro.
    “Quando cheguei, fiz o caminho de todo mundo: comecei varrendo o pátio, um trabalho que não tem salário mas conta para remissão da pena"
    Quando cheguei, fiz o caminho de todo mundo: comecei varrendo o pátio, um trabalho que não tem salário mas conta para remissão da pena. Depois fui servir comida, com uma pequena remuneração. Na sequência, virei monitora da educação, era a assistente da professora e dei aulas de inglês para um grupo de presas até que entrei na oficina.”

    Ela começa a trabalhar às 7h30, almoça na cela das 11h30 às 13h e encerra o expediente às 17h. Nos dois turnos, há uma pausa de 15 minutos para o café, momentos em que faz caminhadas. “Até aqui dá para ter alguma vaidade”, diz. Entre os rituais de beleza, passa hidratante no corpo, pinta as unhas,  corta e hidrata os cabelos. Todos os pertences ficam em uma prateleira perto de sua cama. “São algumas cartas e unifomes. Se tenho algo fora da cadeia, não sei”, disse.
    Ela conta que aprendeu a fazer trabalhos manuais – bordou toalhas de mesa, fronhas – e que lê muito. Gosta de obras de ficção, como as do americano Nicolas Spar­ks, e de autoajuda. No momento diz estar lendo "Quem Me Roubou de Mim?", do padre Fábio de Melo.

    "NÃO SOU FRESCA"
    Nascida e criada em uma família de classe média alta, Suzane afirmou que se surpreende com os hábitos e histórias de vida das colegas. “Outro dia uma presa colocou a escova de dentes no chão. Ela não sabia que não podia fazer aquilo por causa da sujeira. Isso me fez ver que as pessoas não sabem regras básicas de higiene e valorizei ainda mais a educação que tive.” A diferença social, segundo ela, não é um problema. “Depois que me conhecem, as presas veem que não sou fresca e se surpreendem quando sento no chão para comer com elas.”
    “Meu grande sonho é me reconciliar com meu irmão. Sei que não tenho direito ao que era dos meus pais, nada daquilo me pertence. Dele [Andreas], quero apenas o amor e o perdão”
    Suzane não recebe visitas. Contou que deixou de falar com o irmão há 11 anos, quando ele ia vê-la aos domingos na Penitenciária Feminina da Ca­pital, o primeiro presídio em que cumpriu pena.“Ele era um menino e nos despedimos como se fosse voltar na semana seguinte”, disse. O motivo da desavença seria a disputa pela herança. Ela diz que hoje Andreas se tornou professor universitário e mora com a avó materna e o tio, os únicos parentes dos Richthofen.
    “Meu grande sonho é me reconciliar com meu irmão”, disse. “Sei que não tenho direito ao que era dos meus pais, nada daquilo me pertence. Dele [Andreas], quero apenas o amor e o perdão.”  
    A mãe, disse, é tema recorrente de seus sonhos. “São sempre coisas boas, como se ela viesse para me proteger.” Batizada na igreja protestante, Suzane acredita em vida após a morte, em reen­carnação, e diz que reza ao acordar e antes de dormir. “Não virei pastora evangélica, apenas frequentei alguns cultos.” Afirmou ainda que se emocionou quando a diretora do presídio contou que seria avó. “Imaginei como minha mãe receberia essa notícia.” Também negou o boato de que era abusada pelo pai. “Isso nunca aconteceu.”
    SONHO DE SER MÃE
    Sobre a privação da liberdade, disse que sente falta da noite ao ar livre – as presas voltam para a cela antes do anoitecer. “Fico paralisada quando vejo o céu e as estrelas. A noite tem um cheiro característico que a gente não percebe normalmente.” Também contou que não usa roupas comuns há anos. “Não sei mais o que é colocar uma calça jeans ou vestir preto.” Hoje, Suzane toma fluoxetina, antidepressivo prescrito pela psiquiatra do presídio. “Quando cheguei aqui só chorava, mas nunca tive dificuldade para dormir.”
    “Não tem como olhar no espelho e não lembrar  [do crime]. Cometi um erro, vou lembrar dele para sempre. Todos os dias penso que queria acordar e ver que tudo foi um pesadelo.”
    Suzane acha que não consegue se perdoar, que será difícil ser completamente feliz, mas que o é na medida do possível. “Não tem como olhar no espelho e não lembrar  [do crime]. Cometi um erro, vou lembrar dele para sempre. Todos os dias penso que queria acordar e ver que tudo foi um pesadelo.” Contou que recentemente esteve presa em Tremembé a mãe de um amigo de infância, que lhe disse os rumos de sua turma de escola.

    “Um foi morar em Dubai, o outro na Alemanha. Acho que [se não tivesse cometido o crime] estaria morando fora, talvez tivesse filhos.” Seus planos são mudar-se para o novo pavilhão de Tremembé e continuar trabalhando na Funap, onde “faz o que gosta”. Quer voltar a estudar e diz que sonha em ser mãe e construir uma família. “Estou pagando pelo meu erro e quero a chance de recomeçar”, disse, com uma candura que não combina com o crime estarrecedor que ela planejou.

    fonte:http://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2014/10/suzane-von-richthofen-nega-suposto-abuso-do-pai-e-diz-que-sonha-em-ser-mae-quero-chance-de-recomecar.html




    Condenada a 38 anos e seis meses pela morte dos pais, Suzane Von Richthofen, de 31, se casou com a sequestradora Sandra Regina Gomes na penitenciária de Tremembé, em São Paulo, em setembro deste ano.
     Segundo o site do jornal, depois da união, Suzane deixou a ala da evangélicas e agora está na ala das presas casadas. Sandra é ex-companheira de Elize Matsunaga, de 32, presa acusada de matar e esquartejar o marido, o empresário Marcos Matsunaga. As duas haviam se casado no início do ano.
     


    O casamento na penitenciária, na verdade, é a assinatura de um documento de reconhecimento afetivo. É ele que garante que as presa convivam como um casal. Ainda de acordo com a “Folha”, Suzane, Sandra e Elize trabalham juntas na fábrica de roupas da prisão. Lá teria começado o envolvimento entre Suzane e Sandra - na época, ainda casada com Elize.

     

    Suzane já cumpriu 12 anos da pena e, nos últimos tempos, vem tentado mudar sua imagem. Tornou-se evangélica, diz querer se reaproximar do irmão, abriu mão de saídas da prisão, e, agora, está casada.


    Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/suzane-von-richthofen-casa-com-ex-de-elize-matsunaga-na-cadeia-diz-jornal-14382445.html#ixzz3HU67McnO


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