segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Pedras de quase um quilo caem do céu em Iguaba Grande

Pedras caíram na piscina de uma casa em Iguaba Grande (Foto: Marcelo)Pedras caíram na piscina de uma casa em Iguaba Grande (Foto: Divulgação/Clube de Astronomia)
Um pesquisador do Clube de Astronomia de Campos, no Norte Fluminense, chegou em Iguaba Grande  nesta segunda-feira (29), na Região dos Lagos do Rio, para investigar a origem de três pedaços de pedras misteriosas que caíram na piscina de uma casa e no quintal de outra residência, que fica a cerca de 2 quilômetros de distância. Segundo Marcelo Oliveira, físico e coordenador do clube, o material caiu do espaço em maio de 2013 e foi levado para análise no laboratório da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf).
Pesquisador quer percorrer região em busca de mais pedras (Foto: Marcelo / Arquivo pessoal)Pesquisador Marcelo Oliveira quer percorrer região
em busca de mais pedras
(Foto: Divulgação / Clube de Astronomia)
A composição encontrada nas pedras, com aproximadamente 1Kg cada, foi 98,58% de silício, levando o pesquisador a considerar algumas hipóteses.
"Eu não descarto a possibilidade de serem fragmentos de materiais espacias, de astros, como um meteorito, por exemplo, porém, é mais provável que seja algo produzido pelo homem, vindo de uma aeronave ou satélite. Existem várias empresas no mundo que produzem materiais semelhantes e o mistério é saber de onde essas rochas vieram, já que não existe nenhuma composição de rocha igual a essa aqui na região. Realmente caiu do céu", explicou o pesquisador.
O físico vistoriou na manhã desta segunda a primeira casa onde o material foi encontrado e pode ver de perto a intensidade do impacto do objeto, que quebrou a piscina na queda. Ele também pretende, nesta terça, ir até o segundo imóvel para conversar com a proprietária.
O morador Josemar Alvez Albão, de 61 anos, conta que as duas pedras ficaram guardadas até o primeiro contato com a instituição de pesquisa.
"Eu estava na minha sala mexendo no computador quando ouvi um barulho estranho. Olhei pela janela e reparei que a água da piscina subiu. A princípio, achei que alguém tivesse jogado alguma coisa. Fui nos arredores, mas não vi nada. No outro dia, quando fui limpar a piscina, vi que ela estava rachada e encontrei as duas pedras. Elas ficaram comigo até o Clube de Astronomia ter conhecimento do ocorrido", afirma Josemar.
A moradora do bairro Balneário dos Signos em Iguaba, Débora Amélia Elisa Neipp, relembra o momento em que presenciou a queda de uma das pedras com as mesmas características das duas que caíram no quintal de Josemar.

"Estava com meu marido na varanda quando de repente uma pedra caiu do céu. Eu tenho ela como um presente, minha pedra da sorte", afirma Débora.
O pesquisador do Clube de Astronomia pretende ainda percorrer outras áreas para saber se mais gente encontrou esse tipo fragmento.
"Não acredito que tenham caído somente essas três pedras. É bem provável que existam outras espalhadas, por isso, minha intenção é percorrer algumas áreas e conversar com as pessoas em busca de novos pedaços. A ajuda da população pode influenciar na solução desse mistério", revelou.

Quatro pessoas morreram atingidas por um raio em Praia Grande SP

As quatro pessoas mortas durante a queda de um raio na tarde desta segunda feira (29) em Praia Grande, no litoral de São Paulo, já foram identificadas pela polícia. Além das vítimas fatais, outras quatro pessoas foram atingidas durante o incidente, sendo que uma encontra-se em estado grave. Três estão fora de perigo, passaram por avaliação facial no Hospital Irmã Dulce, por apresentarem ferimentos no rosto, e foram liberadas no início da noite.


Morreram durante a descarga elétrica Zenildo Tadeu Vieira, coronel aposentado da Polícia Militar, de 69 anos; sua esposa, Andrea Boaretto, de 41 anos; a sobrinha do casal, Kátia Boaretto; e seu marido, Luciano D’alessandro.  Todos eram moradores da capital paulista.
Um familiar do casal Kátia e Luciano afirmou que eles passavam férias em Praia Grande. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo.
Casal Katia e Luciano morreu após a queda de raio no litoral de SP (Foto: Reprodução/Facebook)Casal Katia e Luciano morreu após a queda de raio no litoral de SP (Foto: Reprodução/Facebook)
A vítima em estado grave é uma comerciante ambulante de Praia Grande. Já as três pessoas que tiveram alta médica são uma mulher e suas duas filhas, moradoras do município de Franca, no interior paulista.
O raio caiu durante uma forte chuva nas proximidades do Quiosque 15, situado na altura das ruas Rui Barbosa e Mauricio José Cardoso, no bairro Canto do Forte. A tempestade também atingiu outras cidades da Baixada Santista no início da tarde e provocou vários estragos, como quedas de árvores e inundações.
Dona de quiosque relata susto no momento que raio atingiu praia (Foto: LG Rodrigues/ G1)Dona de quiosque relata susto no momento em
que raio atingiu praia (Foto: LG Rodrigues/G1)
Testemunhas
A dona do quiosque próximo de onde o raio caiu relatou os momentos de pânico vividos por quem estava no local. Helena Motta afirma que ouviu um barulho parecido com o de uma explosão, instantes antes das pessoas caírem no chão. "Na hora não consegui pensar em nada. Teve um barulho parecido com uma explosão e vi o raio descendo, antes de um clarão. No momento em que isso aconteceu, eram mais de 20 pessoas no local, entre as que voltavam do mar e as que estavam onde o raio caiu", afirma.
A comerciante disse que ficou paralisada após a descarga e começou a reunir as pessoas que conseguiram correr para dentro de seu estabelecimento. "Eu não quis ir ver, porque tinha até uma pessoa com uma parte do rosto toda escura, parecia queimado ou sangue. Não dava para saber com certeza", afirma.
Helena diz que nunca presenciou algo parecido antes. "Algumas pessoas chegaram chorando depois do raio. Na hora, o pessoal ficou em pânico, foi quando os bombeiros chegaram com macas, trouxeram viaturas. Infelizmente é triste", conclui.
Quiosque em praia onde turistas morreram no litoral de SP (Foto: LG Rodrigues/ G1)Raio caiu próximo a quiosque em Praia Grande,
SP (Foto: LG Rodrigues/G1)
O metalúrgico André de Almeida também presenciou o incidente. "Meu irmão entrou na água, como ele tem um problema, fui com ele. O raio caiu na beirada da praia e todo mundo foi para o chão. Quem mais sofreu foi o idoso, porque ele caiu e na hora ficou com os olhos arregalados. A menina que estava com ele já começou a sangrar pelo nariz. Um parente meu chegou a desmaiar após o impacto do raio. Já estava trovejando bastante antes do raio cair. O tempo fechou", relata.
Outros estragos da chuva
A mudança súbita no tempo acabou causando problemas em Santos  Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros atenderam às ocorrências.
Ar-condicionado ficou pendurado em prédio de São Vicente (Foto: Arquivo Pessoal/ Laís Bimbati)Ar-condicionado ficou pendurado em prédio de
São Vicente (Foto: Arquivo Pessoal/Laís Bimbati)
Ainda em Santos, nas avenidas Nossa Senhora de Fátima e Martins Fontes, foram registrados pontos de alagamento por causa das chuvas. Bairros na Zona Noroeste também enfrentavam falta de energia elétrica por volta das 16h. Um shopping da cidade teve o telhado parcialmente destruído devido aos ventos fortes e à chuva, diversos veículos foram atingidos.
Algumas árvores caíram e chegaram a atingir carros estacionados ou que passavam pelos locais, mas nenhum motorista se feriu.
Os fortes ventos também danificaram um mercado atacadista de Santos, parte do teto do estabelecimento foi levantado com as rajadas, assustando os clientes. Algumas luminárias ficaram penduradas, mas não houve feridos. Estabelecimentos comerciais também sofreram com a tempestade e tiveram mercadorias derrubadas no chão.
fonte:g1







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  • ‘Somente um louco investe hoje no Brasil’, diz presidente da CSN

    Imagem: Divulgação

    O presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, não poupou críticas as condições econômicas do Brasil e destacou a insatisfação dos investidores com o país, durante a abertura do Congresso do Aço, que aconteceu neste mês em São Paulo.
    “O custo Brasil não permite competir. Somente um louco investe hoje no Brasil”, afirmou Steinbruch, acrescentando as taxas de juros estão em um nível absurdo.
    Ele afirmou que a indústria do aço está em situação crítica no país. “O Brasil precisa de medidas urgentes. Os produtores de aço precisam de reação mais rápida do governo”, completou.De acordo com ele, a indústria de aço deve enfrentar uma queda de atividade de 25% a 30%.
    Steinbruch disse também que o Brasil enfrenta uma forte perspectiva de recessão e que tem muita margem para piorar. Segundo ele, nunca houve um ano eleitoral em que a expectativa fosse de recessão econômica. “A situação está crítica. A esperança era de que a economia estivesse mais aquecida, mas temos um risco iminente de desemprego e falta de perspectiva dos negócios”, pontuou.
    Ele destacou ainda que o país precisa tomar alguma atitude diferente. “Medidas paliativas não adiantam. Precisamos de algo agressivo para arrumar essas distorções”.
    Para Steinbruch, há um “grande distanciamento do governo federal” em relação aos problemas que vêm sendo enfrentados pela indústria. “Falta a comunicação, nossa dificuldade não chega em Brasília”, confidenciou, afirmando que “os problemas da indústria automotiva são antigos e estão afetando os demais setores.
    Ele afirmou ainda que é difícil encontrar alguém otimista no curto prazo, já que algumas empresas estão reduzindo sua capacidade de produção e estão demitindo. Por outro lado, Steinbruch defendeu que a “indústria brasileira é rápida e que responderá à qualquer estímulo favorável relacionado à economia.
     Fonte: InfoMoney


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  • Contas do governo têm pior resultado em 18 anos

     Imagem: Divulgação

    Segundo informações da Secretaria do Tesouro Nacional divulgadas nesta segunda-feira (29), as contas do governo registraram um déficit primário, ou seja, com despesas maiores do que receitas, mesmo sem contar os juros da dívida pública, de R$ 6,71 bilhões em novembro deste ano.
    Esse é o pior resultado, para meses de novembro, desde o início da série disponibilizada pelo governo, em janeiro de 1997. No ano passado, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 28,97 bilhões. Este valor registrado em novembro de 2013 – recorde para este mês – foi “inflado” pelo ingresso de mais de R$ 20 bilhões em recursos de parcelamentos.
    As contas públicas têm registrado forte deterioração devido ao aumento de gastos públicos, à ajuda à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), e ao baixo ritmo de crescimento da arrecadação – resultado do fraco nível de atividade da economia e das desonerações de tributos anunciadas nos últimos anos pelo governo federal. Também recuaram fortemente neste ano as receitas de concessão.
    No acumulado dos onze primeiros meses deste ano, o governo registrou um déficit primário (receitas menos despesas, sem contar os juros da dívida pública) inédito.
    De janeiro a novembro, o governo teve um déficit primário de R$ 18,31 bilhões. Em igual período do ano passado, foi registrado um superávit primário nas contas do governo de R$ 62,53 bilhões. O pior resultado até então para os onze primeiros meses de um ano havia sido registrado em 1997 (superávit de R$ 3,4 bilhões).
    Pelo conceito abaixo da linha (que é calculado por meio da variação da dívida pública e que é utilizado como parâmetro para as metas fiscais), o Tesouro informou o governo registrou déficit maior ainda: de R$ 21,3 bilhões nos onze primeiros meses deste ano.
    Segundo dados do governo federal, as receitas totais subiram 3,9% nos onze primeiros meses deste ano, contra o mesmo período do ano passado, para R$ 1,1 trilhão. O crescimento das receitas foi de R$ 41,6 bilhões de janeiro a novembro deste ano.
    Ao mesmo tempo, as despesas totais cresceram mais do que o triplo do aumento das receitas. Nos onze primeiros meses do ano, avançaram 12,7%, para R$ 933 bilhões. Neste caso, a elevação foi de R$ 105 bilhões. Os gastos somente de custeio, por sua vez, avançaram bem mais de janeiro a novembro: 17,7%, para R$ 201 bilhões.
    Já no caso dos investimentos, os gastos somaram R$ 73,3 bilhões de janeiro a novembro deste ano, informou o Tesouro Nacional, valor que representa um aumento de 26,1% frente a igual período de 2013 (R$ 58,4 bilhões).
    No caso das despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que somaram R$ 53,9 bilhões nos onze primeiros meses de 2014, houve alta de 33,9% sobre igual período do ano passado (R$ 40,3 bilhões), informou a Secretaria do Tesouro Nacional.
    O resultado das contas do governo recuou na parcial deste ano apesar de o governo ter recebido mais dividendos (parcelas dos lucros) das empresas estatais. De janeiro a novembro de 2014, os dividendos pagos pelas empresas estatais ao Tesouro Nacional somaram R$ 17,9 bilhões, contra R$ 15,75 bilhões no mesmo período do ano passado. O aumento foi de R$ 2,15 bilhões neste ano.
    Por outro lado, caíram as receitas de concessões, recuaram as receitas de parcelamentos e subiram os pagamentos feitos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) até novembro. As concessões, que renderam R$ 22,05 bilhões (por conta principalmente do bônus do campo de Libra, no valor de R$ 15 bilhões) nos onze primeiros meses de 2013, engrossaram os cofres públicos em R$ 2,8 bilhões no mesmo período deste ano.
    No caso dos parcelamentos, houve, no acumulado de 2014, até novembro, o ingresso de R$ 17,5 bilhões nos cofres públicos – contra R$ 22,77 bilhões no mesmo período de 2013.
    Ao mesmo tempo, foram pagos R$ 9 bilhões para a CDE em 2014. No mesmo período do ano passado, os aportes à CDE somaram R$ 6,36 bilhões. Essa parcela de R$ 9 bilhões paga de janeiro a agosto pelo governo faz parte de um valor total de até R$ 10,5 bilhões estimados com recursos orçamentários para todo este ano.
    Desde o final de 2012, o país vem utilizando mais energia gerada pelas termelétricas por conta do baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas. A operação das térmicas ajuda a poupar água dessas represas, mas tem um custo maior, que normalmente seria repassado às contas de luz.
     Fonte: G1


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  • Paquistão pretende executar 500 condenados nas próximas semanas

     Imagem: Divulgação

    O governo do Paquistão pretende executar 500 condenados à morte nas próximas semanas, anunciou o ministério do Interior, uma semana depois do ataque talibã que matou mais de 140 pessoas, incluindo 133 estudantes, em uma escola de Peshawar, no noroeste do país.
    Depois do massacre, Islamabad suspendeu a moratória sobre a aplicação da pena capital, que estava em vigor desde 2008, e anunciou a retomada das execuções dos condenados por terrorismo. Seis condenados à morte por casos de terrorismo já foram executados desde sexta. Entre eles estava um cidadão russo.
    “O ministério do Interior concluiu a lista dos 500 condenados que tiveram todos os recursos possíveis esgotados. As demandas de clemência foram rejeitadas pelo presidente e eles serão executados nas próximas semanas”, afirmou uma fonte oficial.
    O Paquistão tem quase 8.000 condenados à morte, em um país de 200 milhões de habitantes. O fim da moratória sobre a aplicação da pena capital afeta os réus condenados por tribunais antiterroristas.
     Fonte: Veja


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