sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Israel: ataques deixam dezenas de mortos na Península do Sinai


 Imagem: Ilustração

Extremistas lançam foguetes e explodem carro-bomba no norte do Sinai, matando dezenas. Em Rafah, um major do Exército egípcio é morto. Milícia terrorista ligada ao Estado Islâmico assume autoria de ataques.
A milícia terrorista Ansar Beit al-Maqdis, ligada ao Estado Islâmico, assumiu a autoria de ataques simultâneos na Península do Sinai nesta quinta-feira (29), que deixaram pelo menos 26 mortos, a maioria soldados. Os extremistas lançaram foguetes e explodiram um carro-bomba.
O grupo terrorista egípcio afirmou, por meio de mensagem no Twitter, ser responsável pela série de ataques que ocorreram na capital da província, El-Arish, na cidade próxima de Sheik Zuwayid e em Rafah, na fronteira com a Faixa de Gaza.
Os ataques tinham como alvo a sede da polícia e um complexo residencial onde vivem policiais e integrantes das Forças Armadas, além de postos de controle na região.
Forças de segurança do Sinai vêm sendo frequentemente atacadas por jihadistas em resposta às ações da polícia e do Exército para combater uma agressiva insurgência islâmica na região, que ganhou força após a queda do ex-presidente egípcio Mohamed Morsi, em julho de 2013.
Os ataques – uma retaliação à ostensiva repressão do governo egípcio contra apoiadores de Morsi, segundo os terroristas – vêm deixando um rastro de mortos e feridos, além de dezenas de presos e condenados à morte, após passarem por julgamentos extremamente rápidos.
Autoridades de segurança no norte do Sinai afirmaram que os terroristas inicialmente lançaram foguetes na sede da polícia, em El-Arish, e em seguida realizaram o ataque com o carro-bomba. Minutos mais tarde, uma bateria de foguetes foi lançada no complexo residencial próximo, atingindo casas de policiais e militares. Também foram alvejados um hotel, um clube de polícia e diversos postos de controle.

Fonte: DW


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  • líder islâmico condena selfie de mulheres

     Imagem: Reprodução/Twitter

    “Selfie é pecado”, disse Felix Siauw, líder religioso islâmico da Indonésia, sobre ato que já virou mania mundial. Principalmente para as mulheres. O clérigo acrescentou: mulheres que tiram fotos de si mesmas são “sem vergonhas” e “impuras”.
    “O mundo caiu no pior de todos os pecados: a arrogância”, advertiu Siauw, de acordo com o ‘Daily Mirror’.
    “Muçulmanas estão fazendo selfies sem pudor”, escreveu o clérigo no Twitter. “Se fazemos um selfie e postamos a foto em rede social, desesperadamente atrás de views, likes, comentários, estamos caindo na armadilha da ostentação”, acrescentou.
    As palavras de Siauw geraram protestos e, em resposta, muitas pessoas foram às redes sociais exibir os seus selfies, conforme foto acima.
     Fonte: O Globo
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  • Brasil perde direito de votar em tribunal da ONU por falta de pagamento




    Imagem: DivulgaçãoApós acumular dívidas de mais de US$ 6 milhões, o Brasil perdeu os direitos no TPI (Tribunal Penal Internacional), entidade sediada em Haia. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o País passa por uma saia-justa, tendo a segunda maior dívida de um país nas Nações Unidas. No caso da Corte, a suspensão é a primeira sofrida pelo Itamaraty desde que os cortes orçamentários começaram no órgão que comanda a política externa do país.
    Segundo nota do Ministério das Relações Exteriores, “o Artigo 112(8) do Estatuto de Roma dispõe que o Estado em atraso no pagamento de sua contribuição financeira não poderá votar, se o total de suas contribuições em atraso igualar ou exceder a soma das contribuições correspondentes aos dois anos anteriores completos por ele devidos”.
    Por conta deste artigo, desde o dia 1 de janeiro deste, o Brasil perdeu temporariamente o direito de voto na Assembleia dos Estados Partes do Tribunal Penal Internacional. Segundo o Estadão, nem a mudança da equipe econômica resolveu o problema da dívida, que em 2014 chegou a US$ 100 milhões, sendo que apenas os EUA têm uma dívida maior. Recentemente, o Palácio do Planalto liberou US$ 36 milhões, uma semana antes do discurso de Dilma na Assembleia Geral da ONU.

    Fonte: Infomoney









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  • Relógio do Juízo Final avança dois minutos

    Imagem: ReproduçãoO ponteiro do Relógio do Juízo Final, também conhecido como Pêndulo do Apocalipse, que simboliza a proximidade de um cataclismo planetário, foi adiantado em dois minutos e agora está a apenas três minutos da meia-noite catastrófica, de acordo com cientistas internacionais nesta quinta-feira (22).
    O Boletim dos Cientistas Atômicos, uma associação que conta com 18 prêmios Nobel entre seus membros, considera “muito alta a possibilidade de que ocorra uma catástrofe planetária se não forem tomadas medidas rapidamente” contra o aquecimento global e a corrida armamentista nuclear, que ameaçam a civilização.
    O relógio (‘The Doomsday Clock’, em inglês) foi criado em 1947 pela associação. O pêndulo mudou 18 vezes desde então, registrando variações extremas como quando marcou dois minutos para a meia-noite em 1953 e 17 minutos para a meia-noite em 1991.
    A última vez que a agulha andou foi em 10 de janeiro de 2012, quando o relógio avançou dois minutos e se posicionou às 23h55.
    Quanto mais próximo da meia-noite está seu ponteiro, mais o apocalipse se aproxima da civilização, segundo uma metáfora utilizada pelos cientistas do boletim, que anualmente analisam as ameaças planetárias.
    A última vez que ficou a apenas três minutos da meia-noite foi em 1983. Aquele foi o ano mais gelado da Guerra Fria, entre Estados Unidos e União Soviética.
    “Hoje em dia, o aquecimento global descontrolado e a corrida armamentista nuclear, como resultado da modernização de enormes arsenais, são ameaças extraordinárias e inegáveis para a sobrevivência da humanidade”, avaliou Kennette Benedict.
    “E os líderes mundiais não agiram com a rapidez nem a abertura necessária para proteger os cidadãos de uma potencial catástrofe”, acrescentou, ao justificar a decisão, de aproximar o ponteiro do relógio da temida meia-noite.

    Fonte: MSN


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  • Risco de faltar luz no país já passa dos 50 %, dizem especialistas

      País precisa reduzir gasto de energia com urgência, dizem especialistas. Setor elétrico enfrenta crise devido à seca que afeta hidrelétricas

    País precisa reduzir gasto de energia com urgência, dizem especialistas. Setor elétrico enfrenta crise devido à seca que afeta hidrelétricas
    A crise no setor elétrico brasileiro é grave, o país está sob risco de falta de energia e de novos apagões, como o de segunda-feira (19), e, para enfrentar esses problemas, é urgente que o governo adote medidas para reduzir o consumo de eletricidade, até mesmo via racionamento.
    O diagnóstico foi feito por especialistas ouvidos pelo G1 a respeito do agravamento da situação nos reservatórios das principais hidrelétricas do país, que sofrem com a falta de chuvas em pleno período úmido, e da crescente desconfiança sobre o sistema nacional de geração e transmissão após mais um corte de luz atingir o país – além da ausência de transparência do governo ao tratar do problema.
    O governo, no entanto, não admite a possibilidade de racionamento ou de falta de energia. Na terça-feira, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que “não há previsão de racionamento” de energia no país. “Pode assegurar ao povo e aos trabalhadores brasileiros que nos temos energia para atendê-los”, disse o ministro.

    Racionamento
    De acordo com a consultoria PSR, uma das principais do setor elétrico, o risco de haver um racionamento no país, ainda em 2015, já ultrapassa 50%. A empresa ressalta, porém, que essa condição pode mudar ao longo das próximas semanas, dependendo de como o regime de chuvas e o consumo de energia se comportará.
    “Em virtude das vazões do mês de janeiro estarem se concretizando como as piores do histórico (nas regiões Sudeste/Centro-Oeste é a pior do histórico) e o nível dos reservatórios ser o pior do histórico para este mês, o risco de haver racionamento está se elevando”, diz a PSR.
    “Estimávamos em dezembro risco de 21% de se decretar um racionamento. Com base na informação hidrológica da última sexta-feira (16), este risco já ultrapassa 50% para as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul”, completa a consultoria.
    Para o presidente do Instituto Acende, Claudio Sales, o racionamento, se vier a ser adotado, será apenas ao final do período de chuvas, entre março e abril. Até lá, existe a chance de as chuvas voltarem e os reservatórios se encherem o suficiente para garantir o abastecimento de energia ao longo de 2015.
    De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a falta de energia neste ano estará descartada se os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por cerca de 70% da capacidade de geração do país, chegarem ao final de abril com nível de armazenamento em 33%. Atualmente, estão, em média, com 17,63%.
    “A situação é extremamente grave. Tanto do ponto de vista financeiro – o setor como um todo está em déficit, da ordem de dezenas de bilhões de reais –, quanto de abastecimento”, diz Sales.
    Sales diz que “há um tremendo ponto de interrogação sobre se vamos ter condições de garantir o abastecimento de energia em 2015” e, para enfrentar essa situação, é preciso que o governo atue com transparência, o que não vem ocorrendo.
    Além disso, segundo o presidente do Instituto Acende, “o governo deve considerar a possibilidade de um racionamento” para reduzir o consumo de energia.
    Problema antigo
    Para o professor do departamento de Energia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Gilberto de Martino Jannuzzi, o setor elétrico brasileiro enfrenta problema grave há um longo tempo, que não tem sido solucionado pelo governo, e sofre com desgaste na geração, transmissão e distribuição de energia.
    “Existem problemas de gestão, de coordenar as várias fases do sistema de eletricidade, na licitação de empreendimentos de geração. Além disso, vemos dificuldades nos leilões de transmissão [para construção de redes de transporte de energia] e gargalos na distribuição”, diz o professor.
    Jannuzzi afirma que, nos últimos anos, o governo incentivou o consumo de energia, quando na verdade deveria fazer o contrário. Umas das medidas que levou nessa direção foi o plano da presidente Dilma Rousseff que, no início de 2013, reduziu em 20% o valor da eletricidade no país. De lá para cá, esse desconto foi praticamente revertido devido a gastos extras no setor repassados às contas de luz.
    “O governo demorou para adotar medidas de restrição ao consumo, errou enormemente com essa concepção de que os riscos de déficit estavam resolvidos. Não estão e ignora o que estamos conhecendo sobre mudanças climáticas. O sistema elétrico ainda é muito vulnerável a essas mudanças, apesar de ter sido reforçado o nosso parque termelétrico”.
    As termelétricas, que geram energia por meio de combustíveis como óleo e gás, não dependem do clima e, quando acionadas, ajudam a poupar água dos reservatórios das hidrelétricas. Entretanto, a eletricidade produzida por elas é mais cara e afeta as contas de luz.
    Desde o final de 2012 o governo vem usando todas as termelétricas disponíveis, devido à situação das hidrelétricas. Essa medida já gerou uma conta bilionária que está sendo repassada às tarifas.
    Para o professor da Unicamp, o racionamento já deveria ter sido implantado pelo governo principalmente devido à situação mais grave do Sudeste, que enfrenta crise também no abastecimento de água.
    Campanha
    Nivalde de Castro, coordenador do Gesel (Grupo de Estudos do Setor Elétrico) da UFRJ e Erik Rego, diretor da consultoria Excelência Energética, criticam o governo por não promover desde o ano passado uma campanha de redução do consumo de energia.
    “A reserva que tínhamos eram as térmicas, que já passaram da condição de reserva para atendimento normal. Então, no curto prazo, não há muito como subir a oferta. Só dá para atuar no consumo. É preciso ser transparente com a sociedade, falar que em um problema e pedir para a população economizar”, diz Erik Rego.
    “Nesse primeiro momento não vamos ter racionamento, o risco é de blecaute nos horários de pico, porque não estamos conseguindo atender a ponta. Portanto, seria muito importante e oportuna uma campanha direcionada à população. Mesmo porque a eleição já passou”, afirma Nivalde.
    Para eles, qualquer decisão sobre racionamento da oferta de energia só deverá ser anunciada após o término do período de chuva, em abril.
    “Nesse momento, o que temos é risco de blecaute, porque estamos tendo um desequilíbrio entre oferta e demanda. Em abril vamos saber se teremos efetivamente racionamento. Tudo vai depender do nível dos reservatórios”, diz Nivalde.

    Fonte: G1

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  • Governo pode voltar atrás nas regras do seguro-desemprego

    Segundo jornal, equipe de Dilma estuda ceder, em alguns pontos, à pressão de centrais sindicais
    Segundo jornal, equipe de Dilma estuda ceder, em alguns pontos, à pressão de centrais sindicais
    Diante da pressão de diversas centrais sindicais em todo o país, a nova proposta para a concessão do benefício do seguro-desemprego pode não sair como o governo imaginava. Segundo o jornal ‘Folha de S. Paulo’, a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff percebeu que dificilmente conseguiria aprovar as mudanças do jeito que foram propostas e que, por isso, precisa ceder em alguns pontos.
    A expectativa é que o governo anuncie algumas alterações no texto que ainda deve passar pelo Congresso em 3 de fevereiro, quando haverá uma reunião com representantes sindicais.
    No fim do ano passado, os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciaram medidas provisórias que mudam os critérios de adesão a benefícios previdenciários, como seguro-desemprego e pensão por morte. As mudanças, segundo os ministros, permitiriam uma economia de 18 bilhões de reais em 2015 — ou 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB), em tempos de aperto fiscal.
    O jornal ‘Folha de S. Paulo’ relevou na segunda-feira (26) que a equipe de Dilma já vinha planejando as mudanças no seguro-desemprego há meses, mesmo com a então candidata à reeleição acusando seus adversários de pretenderem alterar a legislação de direitos trabalhistas.
    A revelação de que a presidente Dilma já estava, nos bastidores da campanha, articulando mudanças no benefício não agradou o Palácio do Planalto. Na semana passada, Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência, havia dito publicamente que o seguro-desemprego era “uma cláusula pétrea” dos direitos dos trabalhadores, depois que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse em entrevista ao jornal britânico Financial Times, durante o Fórum Econômico Mundial, na Suíça, que o modelo brasileiro do seguro-desemprego está “ultrapassado”.
    Na própria noite da publicação da entrevista de Levy, a Fazenda emitiu nota negando outra parte da entrevista, a de que o ministro teria dito que o país passa por um período de austeridade e reformas, e defendeu mudanças em programas sociais do governo – sem reduzir, no entanto, o Bolsa Família.

    Juros do cheque especial para pessoas físicas atingem 200,6% ao ano

    A taxa média de juros para pessoas físicas com recursos livres alcançou 43,4% ao ano, em dezembro de 2014
    A taxa média de juros para pessoas físicas com recursos livres alcançou 43,4% ao ano, em dezembro de 2014. A taxa, que vinha alcançando recordes, caiu 0,7 ponto percentual em relação a novembro, quando estava em 44,1%. Mas acumula crescimento de 5,4 pontos percentuais no fechamento do ano. O destaque nos juros para pessoas físicas são as taxas do cheque especial, que atingiram 200,6% ao ano.
    O patamar alcançado em dezembro é o mais alto desde fevereiro de 1999, quando estavam em 204,3%. Os juros da modalidade registraram crescimento de 9 pontos percentuais em relação a novembro do ano passado e 52,7 pontos percentuais em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Banco Central (BC).
    O saldo das operações com cheque especial fechou 2014 em R$ 20,996 bilhões, com queda de 5,8% na comparação com novembro e alta de 3,8% em 12 meses. De acordo com o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, o recuo registrado em dezembro é natural. “As pessoas recebem o décimo terceiro e utilizam esse recurso para sair do cheque especial. Isso faz com que o saldo recue no final do ano”, destacou.
    Os juros de outra modalidade, o crédito consignado, atingiram 25,9% no fim de 2014, com alta de 0,2 ponto percentual na comparação com novembro e de 1,5 ponto percentual em 12 meses. O saldo das operações de crédito consignado chegou a R$ 354.194 bilhões em dezembro, com crescimento de 0,9% em relação a novembro e 13,6% no ano.

    Fonte: EBC

    Ministério Público pede devolução de verba do ‘Minha casa minha vida

    Imagem: Reprodução/EBC

     O Ministério Público Federal entrará nesta quinta-feira (29) na Justiça com um pedido de ressarcimento do dinheiro público desviado do programa Minha Casa Minha Vida por ex-servidores do Ministério das Cidades. O escândalo foi revelado pelo ‘Globo’, em 2013. O ex-secretário de produção habitacional e seus sócios criaram empresas fantasmas para fraudar o principal projeto habitacional do país.

    Agora, o MPF cobrará da RCA Assessoria, de seus sócios e dos responsáveis pelas outras empresas do esquema os valores desviados. O total ainda não foi calculado. O procurador responsável pela investigação, Frederico Paiva, argumenta que o esquema estava espalhado pelo país e que, por isso, uma perícia será necessária para levantar tudo o que foi desviado por meio de propina.
    Paiva ressalta que foi preciso entrar com a ação para evitar a dilapidação do patrimônio das empresas e dos sócios e, assim, tentar recuperar o dinheiro.
     Fonte: Yahoo

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