quarta-feira, 29 de julho de 2015

Terra poderá viver ‘mini Era Glacial’ na década de 2030


Imagem: Divulgação
 
O planeta Terra pode entrar em uma pequena Era Glacial a partir de 2030, segundo cientistas do Reino Unido. Atualmente, os astrônomos conseguem prever os ciclos do Sol com uma precisão muito maior do que era possível algumas décadas atrás. E agora um novo modelo de previsão da atividade solar, apresentado pela professora Valentina Zharkova na semana passada durante o Encontro Nacional da Real Sociedade de Astronomia em Llandudno, no País de Gales, indica uma forte queda nesta atividade nos anos 2030, provocando um moderado resfriamento da Terra.
As condições previstas pelo novo modelo não são experimentadas pela Terra desde a última “mini Era Glacial”, registrada entre 1645 e 1715 e que ganhou o apelido de Mínimo de Maunder, um período em que as temperaturas ficaram abaixo da média em toda a Europa. Em 1843, os cientistas descobriram que a atividade do Sol varia ao longo em ciclos de 10 a 12 anos entre seus picos de atividade mínima e máxima. As flutuações no total de radiação solar recebida pela Terra dentro deste período, no entanto, são difíceis de se prever.
Os cientistas acreditam que essas variações sejam causadas pelo efeito de dínamo gerado pelo constante movimento dos fluidos próximos ao núcleo do Sol. A equipe liderada pela professora Valentina percebeu, porém, que, ao adicionar um segundo dínamo alimentado pelo movimentos dos fluidos mais próximos da superfície do astro, aumentando a precisão dos modelos de previsão do comportamento solar.
“Encontramos componentes de ondas magnéticas se originando em duas camadas diferentes no interior do Sol. Ambas tem uma frequência de aproximadamente 11 anos, embora elas sejam sutilmente diferentes, o que faz com que fiquem fora de fase com o tempo – diz Valentina. – Ao longo destes ciclos, estas ondas flutuam entre os hemisférios Sul e Norte do Sol. Combinando estas duas ondas e comparando com dados reais do atual ciclo solar, mostramos que nossas previsões têm uma precisão de 97% .
Assim, as previsões para os próximos ciclos solares indicam que estas duas ondas vão ficar cada vez mais fora de fase, isto é, com o vale de uma “casando” com o pico da outra, se contrabalançando, durante o chamado Ciclo 25, que atingirá seu pico em 2022. Já durante o Ciclo 26, que cobre a década de 2030 a 2040, estas duas ondas estarão exatamente fora de fase, com uma onda geradora de atividade anulando a outra e levando a uma redução significativa da atividade solar.
“No Clico 26, as duas ondas vão se espelhar, atingindo o pico ao mesmo tempo em hemisférios opostos do Sol”, explica Valentina. “A sua interação será disruptiva, isto é, elas vão quase cancelar uma a outra. Efetivamente, quando estas ondas estão aproximadamente em fase, elas podem mostrar um grande interação, ou ressonância, e termos uma forte atividade solar. Já quando elas estão fora de fase, temos os mínimos solares. E quando a uma separação total de fases, temos condições vistas pela última vez durante o Mínimo de Maunder, há 370 anos”.
 
 

Para FBI, Estado Islâmico já é uma ameça maior que al-Qaeda

 Imagem: Divulgação

 
 
O Estado Islâmico, com seus esforços para incentivar americanos à violência, representa uma maior ameaça aos Estados Unidos do que a al-Qaeda, disse o diretor do FBI nesta quarta-feira (22). Em uma audiência no Fórum de Segurança em Aspen, Colorado, James Comey afirmou que os extremistas têm influenciado um número significativo de cidadãos do país, abordando alvos que o grupo de Osama bin Laden não tinha interesse, como pessoas instáveis e usuário de drogas.
“Eu me preocupo muito com o que não posso ver”, disse Comey, destacando que os recrutadores extremistas usam softwares criptografados para evitar espionagem americana. “O Estado Islâmico não é como seus pais da al-Qaeda. É um modelo muito diferente. E devido a esse modelo, é atualmente a ameaça que mais nos preocupa”.
A ampla campanha dos jihadistas nas redes sociais, que já dura um ano, é um dos pontos de preocupação das autoridades americanas. Contas ligadas ao grupo no Twitter têm mais de 21 mil seguidores só de língua inglesa, e milhares deles podem ser residentes nos EUA. Segundo Comey, os extremistas não só incitam os simpatizantes a viajarem ao Iraque e à Síria, mas também a matarem pessoas onde elas estiverem.
Nas últimas oito semanas, o FBI prendeu um número significativo de pessoas radicalizadas, informou o diretor sem especificar a quantia. Também sem detalhes, ele já havia apontado anteriormente que várias pessoas que planejavam ataques relacionados com o feriado de 4 de julho tinham sido detidas.
Em todo o país, o departamento de polícia possui centenas de inquéritos pendentes sobre supostos extremistas. Além disso, o governo monitora dezenas de americanos, com idades entre 18 e 62 anos, que viajaram à Síria ou ao Iraque para lutar nas fileiras do grupo Estado Islâmico, que proclamaram um califado em parte dos dois países.
fonte: O Globo
 

Polêmica estátua de Satã é inaugurada nos EUA

 

Na bruxaria, Baphomet representa o deus Pan e no satanismo costuma representar o Diabo. Sua origem é pagã, mas acabou sendo adotada pelo satanismo
Na bruxaria, Baphomet representa o deus Pan e no satanismo costuma representar o Diabo. Sua origem é pagã, mas acabou sendo adotada pelo satanismo

O culto The Satanic Temple inaugurou em Detroit (Michigan, EUA), no último sábado (25), a polêmica estátua de bronze de Baphomet – figura meio homem, meio bode.
A estátua satanista seria inaugurada inicialmente em Oklahoma (EUA), em protesto contra uma escultura sobre os Dez Mandamentos no Capitólio estadual, mas a iniciativa foi vetada pela Justiça local.
De acordo com a agência Reuters, a estátua, de 2,8 metros de altura, foi revelada aos seguidores da seita em um prédio industrial às margens do Rio Detroit. A inauguração seria em um restaurante, mas, assim que o proprietário soube que o evento reuniria satanistas, cancelou o evento.
“Salve, Satã!”, gritaram as centenas de convidados, que pagaram até R$ 255 para participar do culto.
O Satanic Temple defende a separação entre Estado e religião.
Nos últimos dias, um grupo de cristãos liderados pelo pastor evangélico Dave Bullock fez vigília contra a seita satanista.
“A última coisa de que Detroit precisa é ter uma festa para o Diabo”, disse Bullock.
 
fonte: O Globo

Dez medidas contra a corrupção

Imagem: Reprodução/EBC

Dallagnol também veio ao Rio participar do lançamento do projeto Dez Medidas contra a Corrupção, apresentado a lideranças comunitárias e religiosas, reunidas no Seminário Teológico Batista do Sul

Um “seguidor de Jesus, marido e pai apaixonado, procurador da República por vocação e mestre em Direito por Harvard” – como se define em sua página no Twitter, o procurador da República Deltan Dallagnol não esconde suas convicções cristãs e as utiliza para influenciar a sociedade de maneira positiva.
Tanto que veio ao Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28), para participar do lançamento do projeto Dez Medidas contra a Corrupção, apoiado pelo Ministério Público Federal, que pretende recolher 1,5 milhão de assinaturas para apresentar ao Congresso um projeto de iniciativa popular com ações anticorrupção . Ele apresentou o projeto a lideranças comunitárias e religiosas, reunidas no Seminário Teológico Batista do Sul, a quem pediu apoio à iniciativa. Há dez dias, também esteve em Campo Grande, para divulgar a proposta.
Com 35 anos, evangélico, da denominação batista, o procurador disse, segundo relato publicado na edição desta terça-feira do jornal ‘O Globo’, que “quem rouba milhões mata milhões”. Ele também pediu aos pastores e demais presentes orações para “mudar o sistema”, ao misturar temas ligados ao Direito e à religião.
“Em razão da minha cosmovisão cristã, eu acredito que nós temos uma janela de oportunidade, que Deus está abrindo para mudanças. Se a igreja luta por isso, Deus está respondendo”, afirmou o procurador. Ao final do evento, pastores ficaram de pé e fizeram uma oração ao lado de Dallagnol.
Procurador da República desde 2003, Dallagnol é especialista em crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro.
Dez Medidas contra a Corrupção
No vídeo, o procurador pede o engajamento da população nessa iniciativa e cita que o juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato, já assinou a proposta, assim como procuradores e delegados também apoiaram a proposta. “A Lava Jato trouxe esperança, mas agora precisamos da sua ajuda. Vamos juntos construir um país mais justo”, diz Dallagnol, protagonista da gravação publicada no Youtube e que tem circulado nas redes sociais e nos celulares via Whatsapp.
Dallagnol criticou a corrupção no país e disse que, baseado em dados das Nações Unidas, o Brasil gasta R$ 200 bilhões em propinas todos os anos. “Esse valor permitiria triplicarmos no Brasil o investimento federal em saúde ou educação e que melhorássemos tudo o que é gasto, em todo o país, por todos os entes da Federação, em segurança pública.”
Ele disse acreditar na punição de todos os envolvidos nos casos de corrupção envolvendo empreiteiras, agentes públicos e políticos que superfaturaram contratos com a Petrobras, recebendo propinas milionárias em dinheiro público.
“Nós vamos fazer o nosso melhor, tudo o que está em nosso alcance, para que todos sejam punidos, por todos os crimes, na medida de sua responsabilidade. Nós acreditamos que, neste caso, existe uma série de fatores que vai permitir que a punição seja alcançada de modo efetivo”.
Os dez temas da campanha contra a corrupção são os seguintes: Prevenção à corrupção, transparência e proteção à fonte de informação; Criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos; Aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores; Aumento da eficiência e da justiça dos recursos no processo penal; Celeridade nas ações de improbidade administrativa; Reforma no sistema de prescrição penal; Ajustes nas nulidades penais; Responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa 2; Prisão preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado; Recuperação do lucro derivado do crime.
Para participar da campanha e baixar os formulários para recolher assinaturas, basta acessar o endereço eletrônico www.combateacorrupcao.mpf.mp.br.
 
Escutas na cela de Yousseff
O procurador também integra o núcleo da Operação Lava Jato, e negou nesta segunda-feira (27) que tenha havido escuta na cela onde estava o doleiro Alberto Youssef, na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba. O fato, denunciado pelo próprio Youssef, em abril do ano passado, foi refutado por uma sindicância concluída pela PF em setembro de 2014.
“Jamais apareceram quaisquer escutas e muito menos indicativos de influência delas nas investigações. É um caso sob investigação. Mas jamais identificamos qualquer escuta que tenha sido instalada. O que existiu é um aparelho que, em princípio, não estava funcional. Esta é uma situação sob apuração”, sustentou o procurador.
Dois policiais federais admitiram, durante audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, no dia 2 de julho, que as escutas existiram. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, também em depoimento à CPI da Petrobras, no último dia 15, classificou de gravíssimo o fato, se for comprovado.
 

Pesquisa: maioria dos brasileiros não lê nem um livro por ano

 

Pesquisa da Fecomércio-RJ mostrou que 70% dos brasileiros não leram um livro sequer em 2014
Pesquisa da Fecomércio-RJ mostrou que 70% dos brasileiros não leram um livro sequer em 2014

Uma pesquisa divulgada pela Federação do Comércio (Fecomércio) do Rio de Janeiro aponta que 70% dos brasileiros não leram um livro sequer em 2014. O dado é alarmante, segundo especialistas. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, por exemplo, em 2006, a média de leitura fora da escola era de 5,1 livros por ano. Na França, a média foi de 7 livros lidos, na Inglaterra 4,9 e na Colômbia 2,4.
Mas por que o Brasil lê tão pouco? De acordo com o ZH Entretenimento, as respostas de professores e escritores passam, inevitavelmente, pelo investimento que é feito em estudo, pela falta de vontade política, pelo processo de alfabetização tardio e pela própria cultura do povo brasileiro, mais oral do que textual.
A professora Regina Zilberman, do Instituto de Letras da UFRGS, lembra que as crianças brasileiras passaram a ser alfabetizadas de maneira séria há menos de 100 anos. “Nós ignoramos a alfabetização por boa parte da nossa história. A obrigatoriedade é de meados de 1930, não tem 100 anos. Ou seja, saímos atrasados em relação a outros países. E no Brasil existe a cultura da oralidade muito mais forte do que a cultura letrada, como há na Europa. No continente europeu, o livro sempre desempenhou um papel importante, inclusive religioso. Aqui, não”, esclarece a especialista ao site. Regina lembra ainda que há uma tentativa de popularização do livro, mas que o preço de uma obra ainda é alto.
 

Igreja Católica italiana se recusa a pagar imposto


VATICAN-POPE-RELIGION: Papa Francisco em cerimônia no Vaticano, em 27 de junho de 2015
© Fornecido por AFP Papa Francisco em cerimônia no Vaticano, em 27 de junho de 2015


A Igreja Católica italiana levantou-se contra uma decisão judicial que a obriga a pagar um imposto sobre a propriedade, do qual esteve dispensada até hoje.
A cidade de Livorno (oeste) obteve que o Tribunal de Cassação obrigasse as escolas católicas privadas, essencialmente católicas, a pagar esse imposto, por causa das atividades lucrativas dos centros.
"É uma decisão ideológica, perigosa e inconsistente", disse o secretário-geral da Conferência Episcopal Italiana, Dom Nunzio Galantino, citado domingo pela imprensa italiana. "É como se você colocasse no mesmo patamar uma instituição de caridade e um restaurante elegante", acrescentou.
O imposto poderia levar "ao fechamento das escolas provadas", que permitem uma economia de "6,5 bilhões de euros aos cofres públicos", continuou Galantino.
As 13.600 escolas privadas concertadas na Itália, das quais 8.700 são católicas, recebem 1,3 milhões de estudantes.
A decisão judicial "põe fim a um privilégio que data da Idade Média", comemorou Arturo Scotto, líder na câmara do partido Sel, a esquerda radical ecologista.
O governo poderia tornar a decisão sem efeito, adotando um decreto mediante pressão da maioria, onde há muitos católicos, avaliou neste domingo a imprensa italiana.
fonte:msn

 
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  • Índia caminha para ser país mais populoso do mundo em 2022

    Indianos fazem manifestação em Kolkata© REUTERS/Rupak De Chowdhuri Indianos fazem manifestação em Kolkata
    Por Emma Batha
    LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - A Índia está a caminho de ultrapassar a China e se tornar o país mais populoso do mundo em menos de uma década – seis anos antes do que foi previsto anteriormente, informou a Organização das Nações Unidas (ONU), nesta quarta-feira (29).
    Também crescendo rápido, a Nigéria deve superar os Estados Unidos em meados de 2050 e ter a terceira maior população do planeta, previu a ONU.
    Outra previsão é a de que a população global atual de 7,3 bilhões deve chegar a 9,7 bilhões até 2050 e 11,2 bilhões em 2100, pouco acima das últimas projeções da ONU. A maior parte do crescimento acontecerá em regiões em desenvolvimento, especialmente a África, de acordo com o relatório Perspectivas da População Mundial.
    As previsões demográficas são cruciais para se conceber e implementar as novas metas de desenvolvimento global que estão sendo lançadas este ano em substituição às Metas de Desenvolvimento do Milênio.
    John Wilmoth, chefe da divisão populacional da ONU, disse que a concentração do crescimento nos países mais pobres tornará mais difícil erradicar a pobreza, combater a fome e expandir o ensino e os sistemas de saúde.
    China e Índia, as duas nações mais povoadas do planeta, têm bem mais de um bilhão de habitantes cada e devem trocar de posição até 2022 – o que deveria ocorrer seis anos mais tarde.
    Especialistas preveem que a África responderá por mais que o dobro do crescimento da população mundial nos próximos 35 anos. Projeta-se que as populações de 10 países africanos – Angola, Burundi, República Democrática do Congo, Malaui, Mali, Níger, Somália, Uganda, Tanzânia e Zâmbia – irão quintuplicar ou mais até 2100.
    O futuro crescimento populacional é altamente dependente do rumo da fertilidade no futuro, já que pequenas alterações na fertilidade podem, se projetadas ao longo de décadas, gerar grandes diferenças na população total, afirmou o relatório.
    Nos últimos anos, a fertilidade diminuiu em quase todas as partes do mundo e a expectativa de vida aumentou significativamente nos países mais pobres.
    A fertilidade declinante e a expectativa de vida crescente fazem com que o mundo se torne mais velho, e a maioria das regiões terá uma população idosa, começando pela Europa, onde um terço dos habitantes devem estar passando dos 60 anos até 2050, segundo o relatório.
     

    Seu olfato pode indicar quando ocê vai morrer



    © Reprodução
     
    Se as coisas não estiverem cheirando muito bem, talvez seu tempo no mundo esteja chegando ao fim. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, problemas no nosso olfato podem indicar que a morte está próxima.
    O grupo de cientistas, liderado por Dr. Jayant M. Pinto, testou a capacidade de detecção de cheiros em 3.005 homens e mulheres com idade entre 57 e 85 anos nos EUA. Eles precisavam reconhecer o cheiro de rosas, laranja, peixe e hortelã-pimenta. E aqueles com mais dificuldade de olfato eram aqueles com menos tempo de vida - a chance deles morrerem em até cinco anos era três vezes maior do que aqueles sem problemas de olfato.
    Com isso, os pesquisadores acreditam que o declínio na capacidade de reconhecer cheiros pode ser um indicativo de alguma outra degeneração relacionada à idade - e eles realmente acreditam que a perda do olfato seja um dos sinais de que a morte se aproxima, de acordo com o estudo publicado no PLOS One.
     
    fonte:msn
     

    Vivendo sem o veneno do século XXI

    © Fornecido por Notícias ao Minuto
    Bolachas, biscoitos, doces, bolos, sorvetes, pães, panquecas, molhos, refeições pré-confecionadas, iogurtes, sucos ‘naturais’, refrigerantes, e muito mais. O açúcar está presente na grande maioria dos alimentos ingeridos diariamente, seja camuflado ou completamente à vista.
    É considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o veneno do século XXI e um dos maiores vícios da atualidade, colocando em causa a saúde e o bem-estar das crianças., uma vez que pode mesmo causar dependência.
    Acha que conseguiria passar um ano sem consumir açúcar? E como reagiria o seu corpo a esta restrição?
    Após uma semana sem consumir açúcar, diz a revista GQ, os níveis de energia começam a cair, a desmotivação aumenta assim como a mudança de humor e a irritação. É possível verificar-se uma ligeira perda de inchaço assim como uma melhor qualidade de sono.
    À segunda semana sem açúcar, o corpo começa a voltar a ter energia assim como os níveis de concentração melhoram. Verifica-se, ainda, uma ligeira perda de peso.
    Já sem oscilações, a energia e o humor voltam ao estado normal passado um mês e, para quem consumia chocolate regularmente, é visível uma perda da percentagem de massa gorda, e um ligeiro emagrecimento. Diz a GQ que é passado um mês de restrição que o corpo começa a não ‘pedir’ por doces.
    Ao terceiro mês sem açúcar, os níveis de colesterol mau, glicemia e triglicéridos tendem a cair. Ao contrário da disposição física e qualidade de sono, que aumentam. A perda de peso e gordura fica mais notória.
    Conta a publicação que não consumir este alimento durante seis meses faz com que o bem-estar e saúde geral melhorem e os riscos de câncer caiam, uma vez que o corpo se tornou já ‘resistente’ aos doces.
    E passado um ano sem que o açúcar fosse presença na alimentação, os riscos de problemas cardíacos, Diabetes e obesidade reduzem a olhos vistos. Os benefícios conseguidos nos períodos anteriores mantêm-se e além de ganhar anos de vida, a pessoa fica ainda mais ativa, enérgica e bem-humorada.
    fonte:msn


  • Funcionários de clínica onde corpo de Cristiano Araújo...
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    terça-feira, 14 de julho de 2015

    Aumenta casos de HIV aumentano Brasil

    Novo relatório da Unaids destaca que mundo atingiu meta de ter 15 milhões de pessoas em tratamento com antirretrovirais em 2015 (Foto: Unaids/Divulgação)No mundo, o número de novas infecções por HIV diminuiu 35,5% entre 2000 e 2014. É o que diz o novo relatório da Unaids, programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, divulgado nesta terça-feira (14). Se, em 2000, a estimativa de novas infecções no mundo foi de 3,1 milhões, em 2014, essa estimativa baixou para 2 milhões.
    Com o título “Como a Aids mudou tudo”, o relatório destaca que o mundo conseguiu atingir a meta – que faz parte dos Objetivos do Milênio estabelecidos pela ONU em 2000 – de tratar 15 milhões de pessoas com HIV até o ano de 2015. O número foi atingido em março deste ano e corresponde a 41% de todos os adultos vivendo com HIV. “Ninguém acreditava que isso fosse acontecer”, diz Georgiana Braga-Orillard, diretora do Unaids no Brasil. Ao todo, 36,9 milhões vivem com HIV no mundo, segundo o documento.
    Aumento de novos casos no Brasil
    Já no Brasil, os novos casos aumentaram no mesmo período. Em 2000, estimava-se que o número de novos casos de HIV estava entre 29 mil e 51 mil. Em 2014, estimou-se entre 31 mil e 57 mil novos casos.
    Estima-se que, em 2014, havia de 610 mil a 1 milhão de pessoas vivendo com HIV no Brasil
    Segundo Georgiana, o fenômeno de aumento de novos casos observado no Brasil também ocorre em outros países em que o combate ao HIV começou precocemente.
    “Como a maior parte dos países que começaram a resposta à epidemia bastante cedo, começa a haver mais casos de infecções. Existe uma nova geração que não viu os 30 anos de epidemia”, diz a diretora, acrescentando que, nesses países, jovens gays passaram a estar mais vulneráveis à doença nos últimos anos. “As novas gerações não podem baixar a guarda em prevenção, testagem e tratamento”, acrescenta.
    No mundo, o número de pessoas vivendo com HIV em 2014 era de 36,9 milhões, segundo a Unaids
    Apesar do aumento de novos casos no Brasil, entre as crianças brasileiras (de 0 a 14 anos), houve uma queda. Se em 2000 o número de crianças infectadas estava entre 2 mil e 3 mil, em 2014, a estimativa é que esse número tenha ficado entre 500 e 1,1 mil.
    O relatório também cita o papel de destaque do país no combate à Aids no mundo. “O Brasil colaborou e muito para atingir essa meta [de tratar 15 milhões]. Não só em nível nacional, colocando bastante gente cedo em tratamento, mas contribuindo para baixar os preços dos medicamentos. Ao lado da Tailândia, o Brasil começou a produzir o tratamento genérico e demonstrou para o mundo que era possível”, diz Georgiana, que lembra que a iniciativa fez com que os preços dos antirretrovirais baixassem até 90%.

    Fim da epidemia em 2030
    O relatório estabelece novas metas que têm como objetivo acabar com a epidemia de HIV em 2030. Elas propõem que, em 2020, 90% das pessoas infectadas sejam diagnosticadas. Dentro desse grupo, que 90% receba tratamento com antirretrovirais. E que, finalmente, 90% das pessoas em tratamento tenham carga viral zerada.
    Para 2030, a meta é acabar com a epidemia de Aids. Isso não significa eliminar todos os casos de infecção, mas que ela passe a ser uma doença controlada. “A aspiração é bastante ambiciosa, mas como vimos que estamos chegando a uma meta que já era difícil, a gente acredita que em 2030 também consiga”, diz Georgiana.


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