segunda-feira, 23 de maio de 2016

O homem que salvou quase 700 crianças judias dos nazistas

Britânico, filho de judeus, levou crianças para o Reino Unido e conseguia famílias para cuidar delas; esforço só veio a público em 1988

Britânico, filho de judeus, levou crianças para o Reino Unido e conseguia famílias para cuidar delas; esforço só veio a público em 1988










Em 1938, Nicholas Winton, filho de pais judeus, trabalhava como corretor de valores em Londres. Mas, após a ocupação nazista de Praga, Winton decidiu abandonar seu trabalho e dedicar todos seus esforços a resgatar crianças judias na capital tcheca.
Seu plano consistiu em enviá-las para o Reino Unido, onde convenceu as autoridades a deixar com que entrassem mesmo sem ter os documentos necessários.
Uma vez ali, Winton – que morreu em 2015 – conseguiu um grupo de famílias para abrigar as crianças.
Graças a suas ações, 669 crianças sobreviveram ao Holocausto.
Poucos conheciam a proeza de Winton até que uma apresentadora de TV tornou públicos seus esforços em 1988.
Na semana passada, Londres celebrou o nascimento de Winton com um serviço religioso especial do qual participaram 28 pessoas que devem sua vida a ele.
Nicholas Winton salvou quase 700 crianças judias na época do Holocausto
Nicholas Winton salvou quase 700 crianças judias na época do Holocausto

Fonte: BBC Brasil






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  • Escassez e hiperinflação: Venezuela, um país à beira do colapso


    Enquanto o presidente venezuelano busca ampliar o próprio poder por meio de decretos, oposição busca revogar seu mandato. Em meio a isso, a população sofre com hiperinflação, falta de mantimentos e cortes de energia
    Enquanto o presidente venezuelano busca ampliar o próprio poder por meio de decretos, oposição busca revogar seu mandato. Em meio a isso, a população sofre com hiperinflação, falta de mantimentos e cortes de energia












    Longas filas para comprar mantimentos, hiperinflação, hospitais sem medicamentos e racionamento de energia. A situação na Venezuela piora quase diariamente e, depois de 17 anos de chavismo, o país se encontra à beira da falência econômica e social – apesar de possuir a maior reserva de petróleo do mundo.
    A luta pelo poder na arruinada Venezuela tem colocado o presidente do país, Nicolás Maduro, e a oposição, que detém a maioria na Assembleia Nacional, em rota de colisão. Além da baixa do preço do petróleo, Maduro busca justificar a grave crise econômica do país com bodes expiatórios – acusando empresários do país de instigarem uma guerra econômica contra ele por razões ideológicas – e com teorias da conspiração, afirmando que os EUA planejam invadir a Venezuela.

    Ao periódico oficial do governo Gaceta Oficial, o presidente socialista afirmou conseguir “dormir feito um bebê” apesar da crise no país. No começo desta semana, ele emitiu um decreto que deve aumentar ainda mais as tensões na Venezuela, ao declarar “estado de exceção e emergência econômica” e atribuir poderes especiais às Forças Armadas. O decreto, válido primeiramente por 60 dias, também deve restringir o poder do Parlamento.
    “Maduro quer governar como um ditador”
    A coalizão de oposição Mesa de Unidade Democrática (MUD) tenta revogar o mandato do presidente – ex-motorista de ônibus e sucessor de Hugo Chávez – com a realização de um referendo ainda neste ano. Num primeiro passo, onde eram necessárias apenas 195 mil assinaturas, a oposição conseguiu obter o apoio de mais de 1,85 milhão de eleitores venezuelanos.
    O governo se recusa a reconhecer a legitimidade e tenta retardar o processo. Maduro sabe que deve perder um suposto referendo e busca, com a distribuição de decretos, amarrar “medidas de ordem social […], assim como das áreas econômica, política e jurídica” ao Poder Executivo.
    O secretário-geral da MUD, Jesús Torrealba, criticou o líder do país veementemente: “Maduro tenta governar por decreto […], o que significa que ele quer governar como um ditador.” O líder opositor Henrique Capriles falou de uma “bomba que pode explodir a qualquer momento”. Não é à toa que a oposição convocou para esta quarta-feira (18/05) manifestações em Caracas, tendo enfrentado bloqueio policial.
    Caos na sociedade
    A situação é extremamente tensa. Após 17 anos de governo socialista, a Venezuela sofre com a maior inflação do mundo, o desempenho da economia nacional despencou, as empresas se queixam da falta de divisas estrangeiras para pagar as importações. Em 2009, com 100 bolívares venezuelanos era possível comprar 40 quilos de arroz – atualmente é preciso desembolsar o quíntuplo.
    Pessoas fazem filas em todos os tipos de estabelecimentos e serviços e se deparam constantemente com prateleiras vazias. O número no documento de identificação define em quais dias cada cidadão pode fazer compras em mercados estatais.
    Imagens dramáticas de hospitais rodaram o mundo: recém-nascidos que morrem por falta de oxigênio para a ventilação mecânica. Faltam medicamentos importantes, e a higiene nos ambulatórios é catastrófica.
    Além disso, a Venezuela sofre com cortes constantes e sistemáticos de energia. A maior hidrelétrica do país, com potência instalada de 10 mil megawatts (o equivalente a cerca de sete usinas nucleares) precisou reduzir significativamente a produção energética por falta de água.
    Funcionários do conglomerado Polar, maior produtor privado de alimentos da Venezuela, afirmaram que as fábricas possuem matéria-prima suficiente para produzir pães somente até o fim deste mês. A produção de cerveja foi suspensa por falta de dólares americanos necessários para importar cevada.
    Falência iminente
    O preço do petróleo é um dos principais motivos para a iminente falência do Estado venezuelano. Apesar do leve aumento dos preços do petróleo, a queda anterior para abaixo dos 30 dólares por barril amplificou a crise venezuelana. Se em janeiro de 2015 o país lucrou 850 milhões de dólares com a exportação da commodity, no mesmo mês deste ano foram apenas 77 milhões de dólares.
    Para piorar os prognósticos para o país, o governo venezuelano e a empresa estatal de petróleo PDSVA precisam quitar dívidas no valor de 6 bilhões de dólares em empréstimos internacionais ainda no segundo semestre deste ano, segundo a revista semanal ‘The Economist’.
    Com isso, os caros programas sociais do governo socialista não devem mais ser financiáveis. Sem mencionar que, sem divisas estrangeiras, ficará cada vez mais difícil importar bens de consumo do exterior.
    Analistas temem que estes 60 dias do decreto de “estado de exceção e emergência econômica” – visto também como uma provocativa prova de poder frente à Assembleia Nacional – terminem em violência.

    Fonte: DW

    Venezuela: rotina de filas, privações e saques

    Imagem: Reprodução

     








    A Venezuela é um país com altíssimo grau de polarização política e social, mas há um lugar em que simpatizantes do governo e da oposição são forçados a deixar suas diferenças de lado: a fila para comprar comida.
    Enquanto esperam para poder adquirir produtos cujo preço é regulado pelo governo, os venezuelanos têm tempo de sobra para conversar sobre as dificuldades que todos precisam enfrentar em seu dia a dia – independentemente de sua opinião política ou afinidade ideológica.
    Entre os temas mais frequentes estão os preços que não param de subir. A Venezuela registra hoje a maior inflação do mundo – em 2015, o índice oficial ficou em 180%.
    Outros assuntos recorrentes são os cortes de eletricidade e a falta d´água – que fazem com que muitos venezuelanos não possam lavar a louça ou tomar banho, algumas vezes por vários dias.
    Outro problema é o aumento da criminalidade. Com um a taxa de 58 homicídios por 100 mil habitantes, hoje a Venezuela só perde para Honduras no ranking dos países mais violentos do mundo.
    Mas talvez o que cause mais revolta é mesmo o motivo da fila: a falta de alimentos.
    O problema vem sendo impulsionado por uma combinação de fatores políticos e estruturais – do alto grau de dependência da Venezuela de bens importados à queda nos preços do petróleo (cujas vendas geram divisas para o país pagar por suas importações) e o controle estatal da produção e distribuição de produtos básicos.
    Segundo o presidente Nicolás Maduro, a escassez de alimentos também é o resultado de uma guerra econômica e política travada contra o governo por líderes e organizações empresariais de direita.
    E foi com esse argumento que Maduro declarou estado de emergência no país no último dia 13.
    Seja qual for a explicação, o fato é que milhares de venezuelanos precisam hoje fazer uma peregrinação diária por vendas e supermercados na esperança de conseguir o maior número de produtos básicos possível – de leite a arroz, óleo de cozinha e macarrão.
    Além disso, a falta de produtos básicos e a alta dos preços há algum tempo se tornaram as principais preocupações dos venezuelanos – na frente, até mesmo, da questão da segurança.
    Segundo uma pesquisa realizada em março pelo instituto Keller e Associados, 90% da população estaria “muito preocupada” com essas questões.
    Para piorar, em alguns casos, a busca por alimentos e produtos básicos também tem se tornado violenta.
    Só nos três primeiros meses deste ano, pelo menos 170 lojas foram saqueadas em todo o país – uma média de quase 2 saques por dia.

    Dois lados
    “Eu estava na fila ontem, esperando para comprar farinha de milho (usada para fazer arepa, uma espécie de bolinho tradicional no país) e conversando com uma vizinha sobre as privações que sofremos em função dessa falta de alimentos”, contou recentemente, em sua página do Facebook, uma jovem senhora de classe média que se define como simpatizante da oposição.
    “Ela sai de casa todos os dias sem tomar café da manhã, porque quer guardar o pouco de comida que consegue encontrar para as crianças da família. Eu não chego a tanto, mas já não como arepa para deixar a farinha de milho para meu filho. Nada de mingau de aveia, porque para isso precisaria de leite – e guardo o leite para meu filho. Também não como manteiga pensando que posso querer fazer um bolo para ele. E o maior drama não é que tive de abrir mão disso tudo, mas que hoje eu veja isso como algo normal.”
    A autora dessa mensagem diz que assinou recentemente uma petição promovida pela oposição ao governo Maduro em favor de um referendo sobre a convocação de novas eleições – o que é previsto pela Constituição venezuelana.
    Mas quem está mais alinhado com o governo também sofre com a escassez de alimentos.
    Sem querer se identificar, uma funcionária de um ministério, de classe média, conta que as privações marcam a rotina de sua família.
    “Minha filha está muito magra. Ela não come mais biscoitos ou doces. Falta leite, remédios. Meus pais não conseguem comprar comida, são muito velhos. E só o que eu posso fazer é chorar”, diz.
    Jogo de empurra
    Ainda há, é verdade, chavistas mais linha-dura que acreditam que é preciso lutar a todo custo para se alcançar o que o falecido ex-presidente Hugo Chávez prometia em seus discursos: uma Venezuela socialista e igualitária.
    Mas mesmos esses venezuelanos acabam culpando as “elites” pela crise, mas exigindo explicações do governo sobre por que não se consegue encontrar certos remédios ou tipos de alimentos.
    E, até em função dessa dinâmica, um dos poucos fenômenos positivos impulsionados pelo aprofundamento da crise venezuelana é que famílias que haviam se dividido em função de diferenças políticas e ideológicas agora estão se “reunificando” na crítica a essas adversidades do dia a dia no país.
    Na ausência de um líder carismático como Chávez, tem sido mais difícil para o governo se livrar da responsabilidade pelos problemas.
    Segundo uma pesquisa do instituto IVAD, citado com alguma frequência pelo governo, 69% da população classifica a gestão Maduro como “ruim” ou “muito ruim”.
    E não é difícil entender o porquê nas filas dos supermercados.
    “(Os venezuelanos) estão passando fome – literalmente”, diz Angel Garcia, da consultoria Econometrica, com sede em Caracas. “Muitas pessoas estão comendo menos de duas refeições por dia, sem proteína, carne, frango ou feijão. Sua sobrevivência depende de farinha.”
    Para um número cada vez maior de analistas, o país está à beira de um colapso.
    Isso vem sendo dito há anos, mas há uma diferença agora: a crise chegou a um nível tal que todos estão sendo afetados pelo problema da falta de alimentos – independentemente de suas convicções políticas.
    Por todos os lados, há mães tentando se adaptar à escassez, chavistas radicais que não sabem a quem culpar por seus problemas cotidianos, funcionários públicos sentindo que seu ganha-pão está ameaçado – todos travando as mesmas lutas diárias para sobreviver.

    Fonte: BBC Brasil






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  • Temer vai ao Congresso pedir nova meta e anunciar cortes

    Imagem: Divulgação
    A medida faz parte dos planos do governo para tentar sair do vermelho e colocar as contas públicas em dia









    Em um gesto simbólico depois que assumiu o cargo de presidente em exercício, Michel Temer irá ao Congresso Nacional para defender seus projetos, principalmente a aprovação do rombo de R$ 170,5 bilhões das contas públicas em 2016. Ele visa demonstrar a importância do Legislativo para o êxito de seu governo. Temer deverá fazer um discurso no qual pedirá, apenas esta vez, a mudança da meta fiscal e não agirá como a presidente afastada Dilma Rousseff, que encontrou dificuldade para fazer a mesma alteração quando precisou.
    A semana de Temer começará agitada com o anúncio, nesta segunda-feira (23), à tarde, de mais corte de gastos e medidas para controlar a dívida pública, um dos principais objetivos da gestão do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Neste sábado, 21, estava prevista uma reunião entre o presidente em exercício e os titulares da Fazenda e do Planejamento, Romero Jucá, em São Paulo, justamente para fechar as medidas que serão publicadas na segunda-feira.
    O novo governo está correndo porque diz ter encontrado resultados piores do que esperava nas contas do governo central, o que assustou analistas do mercado financeiro.
    Fora isso, a crise política também afetou os indicadores e eventuais planos de investimentos privados. Para recuperar a confiança e melhorar as expectativas, uma boa relação com o Legislativo e aprovação do primeiro projeto prioritário do governo interino são considerados cruciais.
    A ida ao Congresso do presidente em exercício tem como objetivo a não paralisação da máquina pública com o chamado “shutdown”. Caso o Congresso não aprove, até o dia 30, a mudança da meta fiscal, o governo precisará contingenciar R$ 138 bilhões para se adequar às previsões de receitas e despesas anunciadas pela nova equipe econômica. Na avaliação do secretário executivo do Planejamento, Dyogo Oliveira, esse congelamento seria “inexequível, já que a base contingenciável hoje é de apenas R$ 29 bilhões”.
    A equipe econômica precisa anunciar o quanto antes as medidas de controle de gasto, porque elas terão efeito também nas contas de 2017 e de 2018. O governo tem de revisar a meta fiscal para os próximos dois anos e enviar ao Congresso. As medidas em elaboração pelos novos ministros servirão de base para essas projeções. Nesse redesenho orçamentário para 2016 e para o próximo biênio, o governo terá de mostrar o que pode fazer para cortar despesas ou aumentar receitas e, assim, começar a trazer de volta as contas para o azul.
    Segundo o relatório divulgado na sexta-feira pelo Planejamento e pela Fazenda, há uma queda de R$ 107,8 bilhões nas receitas estimadas para 2016 ante as previsões da equipe anterior.
    Neste sábado, Jucá disse que o rombo maior do que o previsto é para que o governo tenha “efetivamente a condição de voltar a implementar políticas públicas para atender à sociedade”. A meta vigente é de um superávit de R$ 24 bilhões para o governo central.
    Ministros empossados por Temer se depararam com cofres vazios em suas pastas. A Receita Federal não tem recursos nem para o pagamento de contratos de informática. Meirelles avaliou que a alteração da meta fiscal possibilitará, além da reversão desse quadro, o pagamento de despesas atrasadas, dívidas com organismo internacionais e investimentos da defesa, outros itens.

    Fonte: Veja


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