segunda-feira, 27 de junho de 2016

Crise financeira coloca cristãos em risco na Venezuela


Imagem: Reprodução


Na Venezuela, a maior fonte de perseguição aos cristãos é a opressão comunista que restringe a liberdade de expressão e de religião de forma sutil, como acontece em outros países da América, como Cuba, México e Colômbia, esses dois últimos, porém, num nível mais intenso. Além da criminalidade, narcotráfico e violência, algumas igrejas já são atacadas e cristãos são vigiados em suas rotinas e, mesmo que não haja uma motivação puramente religiosa para esses ataques, eles contribuem para colocar os cristãos em área de risco. O outro problema enfrentado também nesses países é a instabilidade econômica.
Nicolas Maduro, presidente da Venezuela declarou que o estado de emergência econômica da nação é ainda mais elevado. A taxa de inflação de 180% é a mais alta do mundo e os cidadãos sofrem com a escassez de produtos básicos, além de faltar energia elétrica, entre outros problemas enfrentados pelos venezuelanos. Maduro tenta se manter no poder, enquanto os políticos de oposição estão solicitando um referendo para derrubá-lo antes do final de seu mandato, em 2019.
A igreja tem sido afetada pela situação política complexa de vários países da América Latina, produzindo de alguma forma a perseguição aos cristãos, ainda que seja num nível imperceptível. Quando um governo alcança esse nível de incerteza pelo futuro econômico do país, assuntos como direitos humanos e religiosos são os menos comentados, e ainda, qualquer tipo de incidente ocorrido e que envolva os direitos da igreja no país, não são relevantes para os tribunais. A organização Portas Abertas pede que em suas orações os cristãos intercedam pela igreja na Venezuela.

Fonte: Portas Abertas

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  • " Bem vindos ao inferno "; diz faixa de policiais

    Policiais civis do R Jenviaram carta aberta à população (Foto: Divulgação)
    Após o anúncio de que fariam uma paralisação, agentes da polícia civil realizaram um protesto contra a precariedade das condições de trabalho em frente à sede da chefia da corporação, na tarde desta segunda-feira (27), na Lapa, região central do Rio.
    Uma das principais reclamações dos policiais é o parcelamento dos salários. Os agentes se vestiram de preto simbolizando luto pela categoria e prometeram sair em passeata até a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
    Policiais levaram faixa para o galeão com os dizeres, em inglês: 'Bem-vindo ao inferno' (Foto: Reprodução/Globo)Mais cedo, policiais levaram faixa para o Galeão
    com os dizeres, em inglês: 'Bem-vindo ao inferno:
    policiais e bombeiros não recebem, quem vier ao
    Rio de Janeiro não estará seguro'
    (Foto: Reprodução/Globo)
    De acordo com Fabio Neira, presidente da Coligação dos policiais civis do Rio de Janeiro, que organizou o protesto, a categoria é muito cobrada pela sociedade, trabalha sob risco e não tem condições para exercer suas funções plenamente.
    "Este é um protesto pacífico, mas que mostra a situação da categoria no estado. Queremos esclarecer para a população a situação na qual nos encontramos", declarou Neira.
    Ele afirma, ainda, que desde o começo do ano os agentes sofrem com a redução da estrutura nas delegacias e, agora, sofrem mais ainda com o parcelamento de seus salários.
    Pela manhã, em um protesto no Galeão, uma faixa foi estendida no desembarque com os dizeres (em inglês): "Bem-vindo ao inferno: policiais e bombeiros não recebem, quem vier ao Rio de Janeiro não estará seguro".
    "As deficiências são materiais, com redução nas cotas de combustíveis R sem dinheiro até para alimentar os presos, que muitas vezes acabam saindo do bolso dos agentes. Os contratos terceirizados com o trabalho de limpeza e de assistência social, que faziam um ótimo trabalho, também venceram", explicou o presidente da entidade.
    Em entrevista ao jornal O Globo, o governador em exercício Francisco Dornelles disse que o dinheiro pra manter a frota da polícia em operação termina na sexta-feira (1º). O governo está aguardando a ajuda de quase R$ 3 bilhões prometida pela União. O governador disse que espera que esse dinheiro seja transferido até quinta-feira (30).
    Em nota, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, reconheceu que os policiais têm trabalhado com profissionalismo para defender a sociedade, mesmo com gratificações e salários atrasados e que a secretaria aguarda a liberação dos recursos federais para honrar seus compromissos e dar aos policiais a serenidade necessária para proteger a população.
    Categoria decide parar
    Policiais Civis e delegados do Rio de Janeiro começaram uma paralisação na manhã desta segunda. De acordo com o representante do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindelpol-RJ), agentes não trabalharão acontecerá das 8h às 16h
    O principal motivo expor as péssimas condições de trabalho enfrentada pelos policiais. Durante esse período, estarão suspensos os serviços de investigação.
    Os policiais também reivindicam os salários que não foram pagos integralmente; o corte do orçamento; a falta de água, papel, impressora e faxina nas delegacias e no Instituto Médico Legal (IML).
    Um comunicado emitido pelo Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindelpol-RJ) foi feito para ser distribuído nas delegacias do estado e explicar à população os motivos da paralisação. Segundo o Sindelpol, quase todas as delegacias do estado apoiam o movimento.
    A crise financeira ainda afeta a operação das aeronaves da instituição. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, atualmente, as três aeronaves (uma executiva e duas operacionais) não estão sendo utilizadas por falta de recursos financeiros. Ainda de acordo com a instituição, todos os esforços estão sendo feitos junto à Secretaria de Estado de Segurança (SESEG) e ao Governo do Estado para resolver a situação.
    fonte:G1


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  • quinta-feira, 23 de junho de 2016

    Facebook terá vídeos ao vivo com filtros similares aos do Snapchat

    App Masquerade foi adquirido pelo Facebook (Foto: Divulgação/Facebook)
    App Masquerade foi adquirido pelo Facebook (Foto:
    Divulgação/Facebook)










    O Facebook em breve terá vídeos muito parecidos com os do aplicativo Snapchat. Isso porque a rede social irá atualizar sua ferramenta de transmissões ao vivo nas próximas semanas para integrá-la ao MSQRD,app comprado pelo Facebook em março que cria filtros que alteram o rosto dos usuários em selfies e vídeos em 1ª pessoa.
    A novidade foi anunciada por Fidji Simo, diretor de produto do Facebook, durante a VidCon, conferência na Califórnia (EUA) voltada ao setor de vídeos online. A notícia foi publicada pelo site de tecnologia The Verge.
    Durante a VidCon, o Facebok também anunciou que a ferramenta de vídeos terá um novo recurso para convidar amigos a uma transmissão ao vivo. "Existem dezenas de novas possibilidades com esse novo formato: entrevistas, debates, duetos, colaborações e mais", diz a empresa. A função será lançada primeiro para as páginas verificadas pela rede social.
    fonte:G1


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  • quarta-feira, 22 de junho de 2016

    Venezuela: 87% dizem não ter dinheiro para comprar comida

    Imagem: Divulgação


    Segundo o mais recente relatório da Universidade Simón Bolivar,  87% dos venezuelanos afirmam não ter dinheiro para comprar a quantidade de comida que necessitam para viver. O dado foi utilizado com destaque em reportagem publicada pelo jornal New York Times que narra a disputa por alimentos no país. Soldados vigiam padarias, caminhões de alimentos são acompanhados por guarda armada e os soldados usam balas de borracha contra multidões que atacam farmácias, mercearias e lojas de  alimentos. “A Venezuela convulsiona por comida”, diz o jornal americano.
    Milhares de moradores da cidade de Cumaná, por exemplo, marcharam em direção a um supermercado, exigindo comida. Forçaram as portas, derrubaram prateleiras e levaram tudo que podiam carregar. “É um dos países com as maiores reservas de petróleo do mundo, o que se vê são pessoas causando tumultos por não terem comida suficiente”, diz o NYT.
    Nas últimas duas semanas, mais de 50 protestos por comida ocorream no país. Lojas foram arrombadas, saqueadas e a onda de violência deixou cinco mortos. O colapso econômico a que o país foi submetido durante o governo de Nicolás Maduro levou à incapacidade de produzir alimento suficiente. A Venezuela também não consegue importar o que é necessário. As cidades foram militarizadas, após um decreto emergencial do presidente, o “homem que escolheu continuar a revolução propagada por Chávez, morto há três anos”.
    A reportagem cita outro estudo elaborado pelo Centro de Documentação e Análise Social, grupo associado à federação de professores da Venezuela. De acordo com o relatório, os venezuelanos gastam 72% de seus salários mensais somente na compra alimentos. “Perguntar às pessoas qual foi a última vez que elas tiveram uma refeição de verdade é provavelmente ouvir que não foi hoje”, diz a reportagem.
    Economistas defendem que anos de má gestão econômica aliados à queda no preço do petróleo – a principal fonte de receita do país – levaram ao desmantelamento da indústria de fornecimento de comida do país. Os canaviais deixaram de produzir por falta de fertilizantes, máquinas estão paradas em fábricas de estatais que foram fechadas. Produtos básicos, como arroz e milho – antes exportados – agora precisam ser importados, mas chegam em quantidade muito aquém do necessário.
    Maduro criou medidas específicas para garantir o abastecimento de comida. Fazendo uso de decretos emergenciais, ele colocou grupos e brigadas ligadas ao governo no controle da distribuição de alimentos. A medida, como afirma o NYT, relembra o racionamento de comida ocorrido em Cuba. “Em outras palavras, eles estão dizendo que para conseguir comida, você precisa ser simpatizante do governo”, disse Roberto Briceño-León, diretor do Observatório Venezuelano de Violência, uma organização de direitos civis. O jovem Gabriel Márquez, 24, traduz a situação com um paralelo. “Antigamente, durante o carnaval, nós atíravamos ovos uns nos outros apenas por diversão. Agora, ovo é como se fosse ouro”.

    Fonte: ÉPOCA 
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  • Refugiados afirmam ter visto Jesus em travessia pelo Mar Egeu

    Imagem: Divulgação

    O testemunho de Erick Schenkel diretor-executivo do Projeto Filme Jesus tem surpreendido muitas pessoas na Europa. Ele conta que sua missão está trabalhando no discipulado de um grupo de refugiados que afirma ter visto Jesus no mar Egeu.
    Eles estavam em um barco com dezenas de pessoas atravessando do norte da África para a Grécia. O vento forte e as altas ondas ameaçavam virar a embarcação cheia de imigrantes, que fugiam do Oriente Médio.
    Os refugiados ficaram com medo e desesperados, pois sabiam que muitos já tinham morrido na tentativa de fazer essa travessia. “As pessoas do barco começaram a clamar a Deus em voz alta. De repente uma ‘figura divina brilhante’ apareceu para eles”, relata Schenkel. “O barco inteiro sabia que era Jesus”, insiste, acrescentando que os refugiados o ouviram dar um comando e as águas se acalmaram imediatamente, salvando suas vidas.
    “A partir desse ponto o mar ficou calmo e tranquilo e eles chegaram em segurança em terra”, ressalta Schenkel. Semanas depois, os refugiados foram atendidos por cristãos que, ouvindo o relato, começaram a fazer grupos de discipulado e de estudo bíblico. O responsável pelas aulas é um ex-jihadista, que também teve uma forte experiência de conversão a Cristo.
    Para o líder do Projeto Filme Jesus, o fato surpreendente reproduz o que foi registrado nos Evangelhos quando o Messias acalmou uma tempestade no Mar da Galileia (Mateus 8: 25-27). Embora não tenha dado mais detalhes sobre quem eram os refugiados, Schenkel insiste que havia um propósito no ocorrido, pois todos que viveram esta experiência queriam se tornar seguidores de Jesus.

    Fonte: Gospel Prime e The Christian Post
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  • Coca, Ambev e Pepsi fecham acordo: não vender refrigerantes nas escolas


    Imagem: Divulgação

    As gigantes Coca-Cola Brasil, Ambev e PepsiCo Brasil fecharam um acordo para não vender refrigerantes nas cantinas das escolas para crianças de até 12 anos. As empresas dizem entender que os pequenos, nesta faixa de idade, não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo. A informação é da coluna de Ancelmo Gois, do ‘O Globo’.
    Segundo o colunista, as empresas combinaram que vão comercializar apenas água mineral, suco 100% da fruta, água de coco e alguns lácteos. Novo produtos deverão seguir “determinados critérios nutricionais”.
    A proibição da venda de refrigerantes em escolas, considerado um produto pouco saudável, assim como hambúrgueres, é objeto de projetos no mundo inteiro.

    Fonte: O Globo





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  • Menina escreve carta à mãe e denuncia pai por estupro

    Menina denunciou estupro e pediu ajuda da mãe (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Menina denunciou estupro e pediu ajuda da mãe (Foto: Divulgação/Polícia Militar)


    Uma carta foi a maneira encontrada por uma menina de 12 anos para contar à mãe sobre os estupros sofridos pelo próprio pai, dentro da casa da família. O pedido de socorro foi entregue à polícia na Zona Leste de Manaus, e o homem foi preso na terça-feira (21). No relato, a criança conta que os estupros ocorriam há algum tempo e que já havia escrito uma outra carta para a mãe, mas não teve coragem de entregar. No texto, ela pede ajuda.
    O tenente B. Chaves, da 4ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), contou ao G1 que foi abordado pela menina e pela mãe, ambas abaladas. Após ouvir o relato das duas e ler a carta, uma viatura foi até a casa da família e o homem foi preso em flagrante.
    A menina contou à polícia que foi vítima de mais um estupro na tarde de terça e, por isso, decidiu escrever a carta para a mãe. "Ela sentia vergonha, tinha medo. Ela pedia perdão porque na cabeça dela estava traindo a própria mãe", disse o policial.
    Menina relatou estupro em carta escrita para a mãe (Foto: Arquivo Pessoal)
    Menina relatou estupro em carta escrita para a mãe
    (Divulgação/Polícia Militar)
    Relato
    No texto, a criança conta como ocorriam os crimes. A menina não cita quando os estupros tiveram início, mas afirma que eles ocorriam há muito tempo. Ela chega a pedir perdão para a mãe e a dizer que não conseguia impedir os abusos do pai.

    "Mãe, me perdoa. Faz um tempo que isso está acontecendo [...] hoje isso aconteceu, isso é tão nojento. Mãe, eu nunca teria coragem de dizer para ele parar. Tudo começou quando ele veio com uma história de que queria lutar. Eu queria tirar ele de cima de mim, mas eu não conseguia, depois eu deixei, mas na minha mente eu nunca quis, ele falava para eu não sair, só que me doía muito mas eu sempre deixava. [...] Eu não queria olhar na cara dele, mas eu tinha que fingir que estava tudo normal. Eu não queria mais escutar no jornal coisa (sobre) abuso porque me doía muito. Eu já tinha escrito outra carta, só que não tive coragem de entregar. Eu pedi a Deus coragem para entregar essa. Por isso eu ficava com raiva de repente, nem ele nem a senhora me viram chorando, mas eu choro muito", diz um trecho da carta.
    Segundo a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), o homem tem 34 anos, é industriário durante o dia e à noite faz bicos como mototaxista. Na delegacia, o pai negou as acusações da filha.

    A menina foi encaminhada para exames no Instituto Médico Legal (IML). O laudo, segundo a assessoria da Polícia Civil, confirmou os abusos.
    O pai da criança foi autuado por estupro de vulnerável e deve ser encaminhado à Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa.
    Caso foi encaminhado para Depca (Foto: Leandro Tapajós/G1 AM)
    Caso foi encaminhado para Depca
    (Foto: Leandro Tapajós/G1 AM)
    Dados
    Em Manaus, 1. 283 casos de estupro em menores de 18 anos foram registrados de janeiro de 2014 a maio de 2016. Em 732 deles, as vítimas tinham menos de 11 anos.
    Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), que apontou ainda o total de 551 registros de estupros com vítimas entre 12 e 17 anos.
    Juliana Tuma, titular da Depca, afirmou que grande parte dos estupros são cometidos por alguém da família ou próximo da criança, dificultando que a vítima revele o crime. Ter atenção ao comportamento das crianças contribui para os responsáveis descobrirem os casos.
    "A própria alteração psicossomática nessa criança vai mostrar algo errado, como introspecção, agressividade, isolamento, tristeza, apatia, alterações no sono . Então, a mãe tem que estar atenta para  alterações de comportamento de seu filho e estabelecer uma relação de confiança com ele para evitar esses casos", afirma a delegada.
    Trechos da carta escrita pela vítima (Foto: Reprodução)Trechos da carta escrita pela vítima (Foto: Reprodução)







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